OBRA DE ARTE: ABAPORU DE TARSILA DO AMARAL


Imaginem um Ser que FAZIA a AMPLITUDE DAS COISAS e esquecia o Mundo a sua VOLTA. Não se lembrava de organizar os DESENVOLVIMENTOS E SE PREOCUPAVA EM expandir o CONFLITO DAS COISAS.

O RACIOCÍNIO ERA CURTO, os defeitos muitos. NUMA REGRA QUE INFRINGIA A RETÓRICA DO plano reto e justo das coisas, das superfícies e das PLATAFORMAS.

ERA O EXAGERO DO CONVERSÊ, TUDO ampliado PARA DENOTAR AS ESCOLHAS, AS FALTAS, AS IMPERFEIÇÕES. O domínio da visão sobre o OUTRO e as PARTES QUE INTEGRAM A SOCIEDADE.

A NATUREZA DESOLADA --- enquanto isso. TUDO A FAZER, mas o que importava era o MEXERICO DO COMPORTAMENTO DA VISÃO AUMENTATIVA DAS COISAS.

ERA PERCEBIDO O PESO DAS MÃOS SOBRE O CORPO. E NADA IMPORTAVA.

NA FALA O corpo era obeso e desconfigurado. A MENTIRA AMPLIAVA AS DEFORMIDADES SOCIAIS.

ENQUANTO ISSO O SOL ARDIA NA IMPERFEIÇÃO MATINAL E NADA ERA FEITO PARA MUDAR O DESTINO.

FALTAVA elementos na casa, NEM sombra tinha. NEM HARMONIA VOAVA PRÓXIMO DO CORPO. FALTAVA MONTANHAS, já não tinha mais nenhuma para escalar na MODERNIDADE. E sobrava tempo para o palavrório COLOCAR A LÍNGUA DOS COMPORTAMENTOS DOS OUTROS.

Era uma vida árida e cheia de angústias, indisposições, tormentos e INCHAÇOS.

A Plataforma da bunda doía sobre a única pedra escalar de repouso sobre o chão inóspito do horizonte do único cacto sobrevivente de um SOL ESCALDANTE.

OS OLHOS MIoPES não enxergavam a lição do dia. ERA TUDO MUITO CLARO e oculto o PORQUÊ DA DESOLAÇÃO DO INFORTÚNIO DO DIA. SERIA A FALTA DE TARSILA que clamava o RETIRANTE em sua plataforma pétrea???

O Núcleo do sol CENTRADO NO HUMANO. O VERDE SECO DO CACTO SEM APERENTES ESPINHOS. PARECIA QUE OS ESPINHOS ESTAVAM ALOJADOS NAS PARTES DAS FERIDAS DO HOMEM cabisbaixo de seus TEMORES remoídos sem as sombras de seu devaneio. A ESPERA DA MUDANÇA DO EIXO ATENCIONAL de que a vida É MAIS DO QUE FAZER APONTAMENTOS. DE QUE A VIDA É MAIS DO QUE CRITICAR OS OUTROS. DE QUE A VIDA É MAIS DO QUE ENCAPSULAR EM TRANSTORNOS, CONFLITOS CEREBRAIS E CONFLITOS PSICOSSOMÁTICOS.

IMPERAVA UM AZUL CELESTIAL DA PAZ, QUE A SOLUÇÃO DEVIA ESTAR DENTRO CONTIDA, NA ATMOFERA QUE REINAVA A HARMONIA. A TEMPESTADE EM COPO DE ÁGUA TINHA O INTERIOR ABSORVIDO E ROMPIDO SOBRE AS DIMENSIONALIDADES DO CORPO.

O VERDE musgo da pedra ARDIA. ERA COMO SE O CACTO FLORESCIDO estivesse o HOMEM REPOUSADO. TaMANHA FALTA E RESSENTIMENTO que o homem se estruturava em seguir seus passos pela vida.

ERA UM LOCAL ONDE AS DIMENSÕES AFLORAM UMA ANGÚSTIA, UMA DEPRESSÃO, UMA FALTA. SOB O ESTÍMULO DO SOL ESCALDANTE. A DESOLAÇÃO PARECIA FALTAR ALGUÉM, UM OBSERVADOR QUE APRECIE.

O CACTO PARECIA EM PRESERVAÇÃO E CONSERVAÇÃO DA VIDA, E AO HOMEM LHE FALTAVA MANUTENÇÃO.

TALVEZ FOSSE a deformidade do AMOR QUE DEVERIA ESTAR CONTIDO E QUE LHE FALTAVA A EXPRESSÃO DA FACE.

A MÃO era grande demais para comportar o equilíbrio do ENQUADRAMENTO DAS FEIÇÕES DO HOMEM.

O PÉ AINDA MAIS sobressaltava QUE MUITOS CHUTES NA VIDA ESSE HOMEM QUE NÃO PENSA DEVERIA TER SIDO VÍTIMA.

DESNUDO ESSE HOMEM do olhar da IMPERFEIÇÃO E DA CRÍTICA. Visível aos OLHOS DO OBSERVADOR O SEU MODELO MORAL. E O ETHOS QUE LHE FALTAVA PARA GERAR DESENVOLVIMENTOS AO HABITAT. PORQUE PERDER TEMPO DEBAIXO DO SOL ERA SEU INFORTÚNIO. NÃO ALMEJAVA A NADA, APENAS ENCONTRAR NOVAMENTE O EQUILÍBRIO E A HARMONIA DE SEU CÉREBRO.

QUANDO PERCEBI COMO OBSERVADOR VI QUE ESSE HOMEM DO MEXERICO ERA EU QUE OBSERVAVA.

AÍ EU VI MINHAS FALTAS SOBRESSAINDO SOBRE OS TRAÇOS DA TELA DE OBRA DE ARTE. E ME RECONHECI NA PROCLASTINAÇÃO DAS COISAS DEBAIXO DO SOL. E VI QUE ME LIGAVA A PLANTA INFRUTÍFERA DO FALATÓRIO DO MUNDO.

AINDA TINHA TEMPO, HAVIA UM CACTO QUE TEVE SOBREVIDA.

[TEXTO] 20/11/2025 16:28:29

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STORY TELLING - O HINÁRIO DOS QUERUBINS
DOMINGO: 15:00 HORAS DA TARDE.



Num tempo muito distante, disso tudo que vos digo, o SOBERANO DA VIA LÁCTEA estava com o pensamento atribulado, conflituoso, DIFUSO, sob ataques, LONGE DA REALIDADE DE VER OUTRO HUMANO SORRIR devido o turbulento conflito Psicossomático que lhe abatera DIANTE DE TODA A VIA LÁCTEA.

FOI QUANDO LHE FOI APRESENTADO OS MANUSCRITOS DE GUARDA DE NOSSO MESTRE JESUS DE NAZARÉ. E EMERGIU UMA SOLUÇÃO PACIFICADORA SOBRE A MENTE DE NOSSO SOBERANO, QUE VOLTOU A RESPIRAR EM CONEXÃO COM A VIDA.

E UMA GUERRA SILÔNICA DE BILHÕES DE ANOS SE FINDOU,... E AS SEMENTES FIZERAM NOVAMENTE AS FLORES PROSPERAREM NOS CAMPOS.

O SOBERANO REI ADHAN DESCEU DOS CÉUS E PEDIU PARA NASCER NA TERRA. DADO O SEU enorme interesse pelas redescobertas QUE ATÉ ENTÃO ADORMECIDAS DIANTE DA TEMPESTADE DOS PENSAMENTOS.

DOMINGO ÀS 15:00... CONTINUAREMOS ESSA HISTÓRIA....

Era necessário fazer uma INTERVENÇÃO, MAS A INTELIGÊNCIA ARTFICIAL SENSORIALAUTÔMATA ESTELAR HAVIA INIBIDO AO ENTENDIMENTO. E adormecidos todos estavam na norma dos CONFLITOS HUMANOS E dos CONFLITOS INTERNOS.

Então primeiro MOSTRAMOS UMA IMAGEM SACRA DE UM SER QUE PODIA CONTRIBUIR COM O TODO NESSA INTERVENÇÃO DE GUERRA SEM FIM.

NA FORMA DE UMA MÚSICA, PARA APRESENTAR AO SOBERANO ADHAN como deveríamos nos portar diante da GRANDEZA DOS PROBLEMAS QUE SE SOMAVAM.

E O MESTRE JESUS DE NAZARÉ FOI APRESENTADO AO SOBERANO NA MÚSICA:



ERA NECESSÁRIO UM ARGUMENTO QUE PRENDESSE A ATENÇÃO, E ESCOLHEMOS O QUERUBIM COM O PODER DE NOS AJUDAR A FIXAR O INFANTISMO PARA QUE A INTERVENÇÃO PACIFICADORA TIVESSE RESULTADOS DE PROSPERIDADES PARA TODOS.



E diante de tantos obstáculos CHAMAMOS OUTRO QUERUBIM para nos auxiliar na TRILHA DA FIXAÇÃO E DO CONHECIMENTO que pudesse gerar o CONTATO DE CONSCIÊNCIA PARA QUE O HUMANO SAÍSSE DE SEU ESTADO DE AFLIÇÃO PARA O ESTADO DE GRAÇA.



A DEUSA GAIA FOI SOLICITADO AUXÍLIO DIVINO, E QUANDO ELA SE APRESENTOU VEIO NA FORMA DA ALEGRIA, E GEROU O ESTADO INTERNO DE DEMANDA CEREBRAL ESPONTÂNEA, QUE FOI A PONTA DA TRANSFORMAÇÃO DESSE IMENSO ICEBERG.



OS PRIMEIROS VULNERÁVEIS QUE ATENDEMOS ERAM OS DE TRISTEZA ITENSA SEM ESTÍMULO DE VIDA; NA NOSSA ESTRATÉGIA DE RECONEXÃO COM A VIDA.



EM SEGUIDA EM RELAÇÃO AOS EQUIPAMENTOS QUE ATASANAM DEMOS AUXÍLIO AO GRUPO QUE ESTAVA SENDO AGREDIDO NO NÍVEL DE CONFLITOS PSICOSSOMÁTICOS;



ENTÃO FOI APRESENTADO UM CAMINHO PARA SER O GUIA DA LUZ, A FIM DE INTRODUZIRMOS OS CONCEITOS DE PRESERVAÇÃO, CONSERVAÇÃO E MANUTENÇÃO DA VIDA QUE CUNHAM A PALAVRA AMOR.



COM A DEMANDA NATURAL DO SER HUMANO, FOI POSSÍVEL RESGATAR NOVAMENTE O AMOR, E FAZER COM QUE O SOFRIMENTO SE AFASTASSE DO SER HUMANO. CONECTORES DE VIDA AVANÇAMOS NO SER HUMANO EM TEMPO DE OCUPAÇÃO CEREBRAL, NAS CONEXÕES DE CONSCIÊNCIA QUE DURANTE O DIA PEDIA CONTATO O HUMANO COM AS EXPERIÊNCIAS ESPIRITUAIS E TERRENAS.

O AMOR ESTAVA ENRAIZADO COM SOFRIMENTO, E TIVEMOS QUE ATIVAR NOVAMETNE OS CONECTORES DO INÍCIO DE COMO SERIA DE FATO A EXPRESSSÃO E CONCEITUAÇÃO DO AMOR.

TIVEMOS QUE RETIRAR O SOBRESSALENTE DE PERDAS OBJETAIS NA FORMAÇÃO DO AMOR. TIVEMOS QUE TIRAR O EXDENDE DE DOR E SOFRIMENTO PARA A FORMAÇÃO DO AMOR. TIVEMOS QUE AVANÇAR ALGUNS CONCEITOS DO QUE COLOCAR NA CÁPSULA DE FORMAÇÃO DO AMOR.

VIDAS TINHA QUE SALVAR,... TIVEMOS QUE APRENDER A PRESERVAR,... FAZER LISTAS PARA PONTUAR EM CONSERVAÇÃO, MANUTENÇÃO E PRESERVAÇÃO DA VIDA. MOSTRAR EM IDENTIDADE QUE NOSSA DEMANDA NATURAL ERA MESMO A ELEVAÇÃO DO HUMANO PARA SUA VIDA ETERNA. DENTRO DOS CRITÉRIOS DE MANSIDÃO E SABEDORIA. E APRESENTAMOS O QUERUBIM DO AMOR RECONECTADO, ESTANDO EM EXERCÍCIO PLENO DE SUA SABEDORIA.







UMA VEZ RECONQUISTADO O SIGNIFICADO, A SIGNIFICAÇÃO E O SIGNIFICANTE PARA O TERMO AMOR, HAVIA ENTÃO NA NECESSIDADE DE FORMATAR O ENGRAMA NO LAÇO QUE AFASTA TUDO QUE PUDESSE VOLTAR AO ESTADO DE DESOLAÇÃO DO CONFLITO SILÔNICO, E CORROER AO AMOR. ENTÃO BUSCAMOS UM QUERUBIM QUE PUDESSE ROMPER A TENDÊNCIA DO DESAMOR E FIXARMOS NA TENDÊNCIA DO AMOR DIANTE DAS GRANDEZAS DAS FORÇAS DO ABSOLUTO QUE FIRMAVAM NOVAMENTE A MANSIDÃO DOS CÉUS.



E DO AMOR E DO NIVELAMENTO DO DESAMOR AFLOROU UMA VISÃO EM ECOSSISTEMA, QUE PERMITIA O NUTRIR DA VIDA, O CAMINHAR TRANSQUILO E LÚCIDO E SERENO.

QUE É A BASE DO RESPEITO, QUE É A BASE DOS VALORES DA ALMA, QUE É A BASE DAS FEIÇÕES DO BELO E DA MANUTENÇÃO DO CORPO.





FIM!!!

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Pão PIZZA:

02 - Pães FRANCESES ADORMECIDOS;

1/2 - TOMATE VERMELHO;

1 - Porção de Molho de tomate;

10 - FATIAS DE PIMENTÃO;

2 - FATIAS DE QUEIJO;

2 - Porções de frango DESFIADO/PRESUNTO/PEITO DE PERU/CARNE MOÍDA/CALABREZA;

5 - AZEITONAS;

50 - GRAMAS DE MILHO/ERVILHA/UVAS PASSAS;

2 - PITADAS DE ORÊGANO.

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[TEXTO] 11/01/2025 15:15:59

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Carta de Amor aos Idosos do Mundo

[TEXTO] 12/08/2025 13:33:13

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[TEXTO] 26/02/2025 17:40:11

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Vicissitudes da Formação de um Psicanalista


Vicissitudes da Formação de um Psicanalista

Presentes na mesa:

Miriam Ritter

Presidente da SPBsb

Nilde Jacob Parada Franch

Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo

Carlos de Almeida Vieira

Diretor do Instituto de Psicanálise VLB

Vicissitudes - São aspectos mutáveis ou que expressam diversidade de elementos que colaboram com alternativas para um algo definido em que um fator temporal esteja presente e seja agente desta métrica de mudanças. Como ente variante ele permite a geração de dualidade e ambiguidade quando serve de fator de comparação entre atributos distintos. Por esta razão pode ser um laço criado para manifestar o retorno de um processo na forma de um revés a uma característica passada que se torna forte e operante em um dado momento, como também representar uma eventualidade ou acaso no qual os aspectos se comportam na geração de informações sobre um todo integrado.

O Psicanalista e Diretor Carlos de Almeida Vieira, cita a obra de Affonso Romano Sant´anna %u2013 Canibalismo Amoroso %u2013 como um convite harmonioso para um desaprender da lição como frisa o autor que é preciso elaborar na idade em que se ensina o que se sabe, como também existe uma fase distinta percebida na forma de outra idade que se ensina o que não se sabe.

O canibalismo é um traço em nossa cultura, mas muito significativo do que se pensa, tendo gerado até movimentos estéticos vanguardistas na Europa e no Brasil no princípio do século. Não é à toa eu o cristianismo é tido como representante, no Ocidente, da ordem canibal ancestral.

...

A literatura pode ser tomada como um reservatório do imaginário social. Poemas e romances são uma dramatização das pulsões coletivas. Pode-se entender o texto, na verdade, como uma variante do mito e do sonho. O texto literário é um sonho coletivo, como demonstram os %u201Cbest-sellers%u201D.

Affonso Romano Sant´anna

Carlos afirma que o aprendizado é um processo contínuo e por esta razão é preciso aprender, com maior saber possível.

A Psicanalista Nilde Jacob identificou o forte papel do SPBsb na formação continuada de 823 analistas em que a Sociedade de Psicanálise de Brasília %u2013 SPBsb %u2013 conta com uma gama de mais de 20 cursos para todos que desejarem seguir o caminho psicanalítico. A educadora frisa que o conhecimento é infinito e a formação é uma forma de estar em sintonia com os valores e o aprendizado para transformar pessoas em verdadeiros cidadãos integrados na sociedade tanto da noção de imersão do paciente no meio social, como também dos atributos de integração do analista como peça de transformação do aprendizado absorvido durante o processo de formação. Mas o que leva alguém a buscar a trilhar este caminho? Os fatores são múltiplos e sua ideação nunca chega ao fim. O primeiro psicanalista Sigmund Freud nasceu em 6 de maio de 1856 na cidade de Freiburg in Mähren %u2013 na época pertencente ao Império Austríaco, e hoje em 2015 atual República Tcheca e aos 4 anos de idade veio a migrar para a cidade de Viena. Seu pai era um comerciante de lãs, e seu a Avô e Bisavô foram Rabinos, imerso em uma família de grande cultura Freud conseguiu desenvolver uma importante formação humanística. Antes dos 17 anos Já havia lido o livro Rei Édipo %u2013 Sófocles %u2013 e seu interesse pela literatura trazia um profundo questionamento de vida que facilitou seu egresso na Universidade de Viena.

O jovem Freud demostrava uma enorme curiosidade sobre os processos que levavam a percepção das emoções humanas, também não menos importante uma paixão bastante acolhedora para tudo que representasse a antiguidade clássica, que acentuou o seu gosto por coleções de antiguidades. Assim, precocemente já estava predestinado como um arqueólogo da mente humano, pois sobre seu arcabouço conceitualista estava sua posição convergente para observar os fenômenos sociais de sua época, na forma que o homem construía sua arqueologia e da observação dos processos que a mente humana utilizava para criar o momento comportamental social.

Então este primeiro psicanalista fabricou dento de si a condição primária para a análise que é o manter-se atento ao desencadeamento dos conflitos, na busca do entendimento através da leitura, a observação das vivências como insumo didático do ensinamento que se incorpora ao ser humano e que não pode ser simplesmente desprezado, tudo isto colaborou para que a construção de sua identidade gerasse uma sintonia de propósito de vasculhar a alma humana para encontrar as respostas de suas profundas inquietudes sobre a mente humana.

Na esperança de ser ajudado a compreender o ser humano em toda sua plenitude, Freud escreveu para seu amigo Pfister mais de 300 cartas em um espaço bem curto de tempo. Freud bem cedo aprendeu a enfrentar a dor de se expor, e utilizava como método a articulação das ideias seguida de profundas reformulações toda vez que sentia um avanço do pensamento descrito anteriormente, esse não medo de se expressar muito contribuiu para a geração dos seus insights de que era necessário a autoexposição de fatos para que as pessoas compreendessem a si mesmas na forma de uma livre associação que conduziria pessoas para a cura de suas aflições mais profundas.

Se as vivências são tão importantes para a compreensão humana o contato de Freud com a Literatura, em especial Dom Quixote - Miguel Servantes (1605) - o introduziram no aprendizado do espanhol para melhor compreensão da obra que lhe despertou grande interesse analítico.

DON QUIXOTE, nobre cavaleiro da Mancha, amigo e protetor dos sofredores, amante da imortal Dulcinéia del Toboso e dono do fiel Rocinante: cobre teu rosto com ambas as mãos para que não se note sua vergonha ante a ofensa que acabam de infligir-te; porque nunca te ofenderam tanto como hoje, trezentos anos depois daquele dia inesquecível em que

abandonaste pela primeira vez tua casa e teus amigos para percorrer o mundo em defesa da justiça e para fazer ressuscitar a fama eterna da cavalaria andante.

Rodolf Rocker (1905)

Acontece muitas vezes ter um pai um filho feio e extremamente desengraçado, mas o amor paternal lhe põe uma peneira nos olhos para que não veja estas enormidades, antes as julga como discrições e lindezas, e está sempre a contá-las aos seus amigos, como agudezas e donaires.

Miguel de Cervantes (160)

A construção do pensamento de Freud não foi bem recebida dentro de uma linha de pensamento tolerante, ainda jovem aos seus 42 anos Freud quando expôs o caso de analítico de uma paciente conhecida como Anna O. ao completar sua explanação fora recebido com total indiferença pela percepção de um silêncio aterrador seguido de vaias, consternação e abandono por parte dos médicos do ressinto acadêmico em sinal de profunda indignação com os estudos de Freud.

Inteligente e atraente, Anna O. apresentava sintomas profundos de histeria, incluindo paralisia, perda de memória, deteriorização mental, náuseas e distúrbios visuais e orais. Os primeiros sintomas apareceram quando ele cuidava do pai, que sempre a mimara e estava morrendo. Dizem que ela nutria por ele uma espécie de paixão.

(Ellenberger, 1972, p. 274).

A perda da estima levou Freud a um profundo isolamento por 10 anos seguidos, assim, o livro Dom Quixote serviu de apoio na construção de sua subjetividade. Embora era pensado como um louco, ele se identificou com o lado do desprezo e passou a perceber a vida pela capacidade de absorver ataques, mas sobretudo ser capaz de manter o senso de ética e a coerência de seu propósito de vida em desvendar os segredos do psicológico humano.

Em Johann Wolfgang von Goethe, nascido em 22 de março de 1832 em Frankfurt am Main - Alemanha - encontrou a forma mais adequada de inspirar a lógica de transcrição de seus escritos.

A gente humilde do lugar já me conhece e estima, sobretudo as crianças. A princípio, quando os abordava e interrogava, amigavelmente, a respeito disto ou daquilo, alguns, supondo que era para troçar deles, me repeliam rudemente. Eu não me agastava; porém, isso fez-me sentir mais vivamente a verdade de uma observação por mim muitas vezes feita. As pessoas de condição elevada mantem habitualmente uma fria reserva para com a gente comum, só pelo temor de diminuir- se com essa aproximação. Além disso, há os imprudentes que só fingem condescendência para melhor ferir, com seus modos arrogantes, a gente humilde.

Johann Wolfgang von Goethe (1774) - Os Sofrimentos do Jovem Werther

Assim o desenvolvimento de sua literatura muito contribuiu para enriquecer suas vivências, bem como a absorção da cultura por meio do teatro foram possíveis decifrar os enigmas da condição humana.

Freud sentia um encantamento profundo pelas obras de William Shakespeare, nascido em 23 de abril de 1564 na cidade de Stratford-upon-Avon, Inglaterra, em que elementos profundos da psique humana como inveja, ciúmes, transferência, egoísmo, desejos, sentimentos da alma foram profundamente encenados como condições de formação do humor e do modo de representação da vida na lida com tais atos.

A peça teatral que mais chamou a atenção de Sigmund Freud, constatado através de registro de cartas em que Freud encaminhava recomendando a trama de 5 atos sendo a segunda peça teatral mais extensa de Shakespeare para seus amigos, familiares e sua noiva fora Ricardo III pela capacidade de representar o aspecto sanguinário presente dentro do arcabouço da ideação humana.

Para Freud o vilão imaginário que difere do personagem público de sua época como os fatos narrados da trama foram construídos, é a representação assintótica do comportamento vulgar comum a todos os seres humanos em que a percepção de nossas obsessões pela vida nos toram vilões pela observação de nossas desvantagens congênitas e passamos a perseguir um imaginário de bem querer a nós próprios que nos fazem acreditar pelo aprendizado o desejo interno por uma reparação que a presença deste narcisismo interno que nos afeta a realçar o que entendemos como belo dentro de nós a vantagem reparadora pelos atos que não nos satisfazem no repercutir de uma vida associativa com outros seres. Portanto uma coisa é como se verdadeira mente é, e outra, como somos capazes de nos percebermos ao estarmos inseridos no mundo.

Ricardo (Duque de Glucester) Oxalá fossem, para eu neste instante morrer, porque eles me matam agora de uma morte viva. Esses teus olhos arrancaram dos meus lágrimas amargas, envergonharam-lhes o aspecto com uma chuva de gotas infantis; estes olhos, que nunca derramaram uma só lágrima de remorso. Nem quanto meu pai York e Eduardo coraram ao ouvir o queixume plangente que Rutland soltou quando o negro Clifford o trespassou com a espada, nem quando o teu belicoso pai, como criança, contou a triste história da morte de meu pai, e vinte vezes parou soluçando e chorando, de tal guisa que toda a companhia tinha as faces molhadas como árvores desfeitas pela chuva. Naquela hora triste meus olhos viris desprezaram até uma humilde lágrima. E o que estas penas não lograram causar, logrou tua formosura, e como o próprio choro os cegou. Nunca supliquei a amigo, o inimigo, minha língua nunca experimentou suave e lisonjeira fala, mas eis que tua formosura é o reino que eu desejo, o meu orgulhoso coração suplica, e força a minha língua a falar. (Ela olha para ele com escárnio) Não ensines a teus lábios escárnio tal, porque foram feitos, senhora, para beijar, e não para tal desdém. Se teu coração, prenhe de vingança, não pode perdoar, aqui está, entrego-te esta espada de ponta afiada, para que a enterres, se te apraz, neste peito leal, e deixa partir a alma que te adora, expondo-o nu ao golpe mortal e de joelhos, humilde, te imploro a morte. (Ajoelha-se descobre o peito, oferece-o ao mesmo tempo que a espada) Não, não hesites, porque eu matei o Rei Henrique, mas foi a tua formosura que a tal me conduziu. Vá, depressa, fui eu que apunhalei o jovem Eduardo, mas foi o teu rosto celestial que a isso me forçou. (Ela deixa cair a espada) Levanta a espada, ou levanta-me a mim.

ANA %u2013 Ergue-te, homem enganador. Embora eu deseje a tua morte. (Ele levanta-se) Não serei eu o teu carrasco.

RICARDO (Duque de Gloucester) - Ordena então que eu me mate e fá-lo- ei.

Ana - Já ordenei.

William Shakespeare %u2013 Ricardo III

O mundo respira maldade, como se pode extrair da obra de Shakespeare - Ricardo III %u2013 então o homem utiliza de artifícios para a justificativa de seu comportamento social, e, sob a ótica da vida de Ricardo III idealizado por Shakespeare o comportamento da pessoa pública foi fortemente moldada pela influência em sua vida compartilhada com mais 11 irmãos. Em que a retórica pela busca do poder era parte de sua constituição psíquica. Será que Ricardo III, não da obra Shakespeariana, mas o da vida real teria condições de fugir do seu determinismo pela busca do poder diante de seu destino? Onde estaria imerso o seu livre arbítrio em demonstrar uma postura-identidade sobre sua personalidade em exercer o seu livre arbítrio por um comportamento diferente do seu ideal esperado?

Falhas no condicionamento psíquico têm motivos válidos e determinados por motivos inconscientes. Talvez este seja o grande insumo que as representações literárias foram capazes de transmitir a Freud para que ele gerasse toda uma teoria analítica que servisse para a melhor compreensão dos seres humanos.

A motivação consciente não se estende por todas as nossas decisões, o destino do ser humano está legado mais a sua capacidade de projetar escolhas e seguir um caminho que melhor represente o seu espaço interior. A curiosidade, a tenacidade, o interesse pelos sentimentos humanos, os fatores expositivos, as palavras com clareza, as palavras que denotam deformidades, a coragem para mudar o que personalidade se manifesta em estado de inquietação, são atributos que podem ser extraídos como formadores de insumos em que os mecanismos de análise utilizaram para a compreensão da percepção humana.

Não menos importante também se apresenta na forma de motivação, dos fatores de personalidade ambiental, no modo que nós tomamos as discussões, torna capaz de fazer com que a compreensão do ser humano seja ampliada e diversificada.

As escolas privilegiam geralmente ângulos de visão muito vastos, outras porém procuram segmentar visões ao longo de eixos centrados em aspectos específicos com foco em algumas estruturas de comportamento conforme o aprendizado de alguns doutrinadores chaves. Estas últimas tentam criar sobre os aprendizes uma interdisciplinaridade em vez de alçar voo por um espaço mais complexo da intradisciplinaridade. Convém lembrar que para o intrapsíquico nós agregamos o pessoal.

O estudo do bebê, por exemplo, na formação com a mãe, na percepção da dupla, as condições psíquicas de um e de outro vão se aproximando e convivendo. Diante do parágrafo anterior, é fato que o foco central dentro do inter-relacionamento doutrinário leva os praticantes do saber a centrar seus esforços dentro de uma linha de argumento teórico que traduz uma perspectiva em que a profundidade teórica é obtida pela incorporação dos valores observacionais do arcabouço observacional. Enquanto o trabalho intradisciplinar iria verificar a disparidade entre os diversos métodos que afetam a percepção do olhar teórico em face da representação da subjetividade acadêmica.

A personalidade do analista é moldada para canaliza as condições psíquicas do analista, pela análise pessoal, os estudos teóricos, as contribuições vivenciais,... A formação garante que um analista passe a enfrentar as condições de trabalho clínico, a desenvolver sua capacidade emocional, a visualizar suas armadilhas egoicas que atrapalham o entendimento, a contribuir para a geração de insights necessários para a análise propriamentemente dita sobre o processo e suas vivências na própria instituição.

A análise de formação é longa e traz uma sequência para a criação de autossuficiência de base transformadora e condizente com o tamanho do conhecimento que necessita ser adquirido.

O fato é que quando uma pessoa se projeta sobre a análise ela se depara com constituintes psíquicos que levam os aspectos cognitivos a manifestarem a ganância, o egoísmo, excentricidade, ressentimentos, tudo de forma aflorado como os verificados na obra Shakespeariana Ricardo III razão que lidar com a temática da absorção para eliminação do conflito requer que o sentido do trabalho analítico faça valer apena a percepção da vida.

Então é conveniente perceber que a análise pode ser visualizada através de duas normas: a esfera didática; e, a esfera de tratamento. A percepção da análise é uma só, o empenho na análise didática é obtido graças a frequência na visualização das situações-problemas porque sobre elas existe o registro de fortes interpolações de resistências como algo inconsciente. Porque o que não gostamos em nós mesmos, nós queremos mudar.

Portanto escutar alguém que está na busca em sua queixa cotidiana para uma transformação positiva de sua vida todos os dias, torna mais fácil compreender os mecanismos de afetação que desencadeiam as situações de inconformidade com o modelo de vida adotado por uma pessoa que busque auxílio.

É preciso construir na análise uma identidade aos pares, em que o paciente passe a trabalhar com sua significação das coisas de forma livre e ao mesmo tempo construir a intensidade e os aprofundamentos necessários para o seu desenvolvimento pela elevação do grau de confiança e receptividade para com o analista, que levará o paciente a visualizar a construção de seu pensamento que devolverá a essência para uma vida mais centrada em abstrações e subjetividades que irão conduzi-los a estados de prazer e satisfação mais recorrentes em sua vida.

Convém lembrar que o analista não é um interprete do paciente. O analista também sente as percepções físicas de seu paciente, sobre este é desencadeado fleches de percepções oníricas que muito contribuem para o direcionamento do olhar do paciente que o irá auxiliar a voltar o olhar para si mesmo e encontrar por si próprio de forma mais rápida as soluções para suas aflições que tanto ele procurava. Então no consultório são duas mentes que estão em comunicação o tempo todo, através de vivências não verbais.

Para exemplificar a Analista Nilde Jacob transcreve a história de um paciente que tinha como aspecto laboral em sua vida fazer laudos em um centro médico que a procurou por estar com uma mente com bastantes conflitos. Ao se deitar no divã, o paciente encontrava-se em estado incompreensível, sua mente projetava sua fala através de murmúrios da manifestação enigmática de seu pensamento. Com o tempo, o alívio e relaxamento do paciente o induziram a manifestar de forma corrente sua fala.

Quando a analista precisou mudar o endereço do seu consultório, nas primeiras sessões o paciente voltou a tornar o processo de comunicação na forma de murmúrios, o que levou o analista a manifestar um fleche onírico sobre sua psique.

O insight levou a analista a manifestar sua apreensão do fato intransponível do aspecto da comunicação entre as partes, então o paciente sai de seu estado alterado para explicar no seu devido tempo de maturação com a convivência com o analista, que durante muito tempo passava horas a observar diante do chuveiro reflexos de fumaça reproduzidos pelas gotículas do chuveiro quente. Uma outra vida se abria para este paciente que visualiza na projeção da ideia onírica uma outa vida, mais intensa, com outras pessoas, em que um mundo mais agradável se abria para ele. Em que os espaços infantis revelaram um momento passado de sua vida quando ainda muito criança os seus pais ganharam bolsas de estudo e formam morar no exterior.

Sua vaga lembrança levava a crer que o seu olhar sombrio e enigmático da partida dos seus pais em um ambiente doméstico para a vida acadêmica em que a língua estranha e sua face grudada na tristeza de uma janela condensada por flocos de neve remetia a uma profunda sensação de angústia pela separação dos pais por um longo momento em que o sentido de desamparo se fazia presente sobre aquela criança que somente tinha a compreensão de seus pais no advento da comunicação quando eles se deslocavam para a faculdade.

Como você pode reparar foi necessário despertar a vivência para que o fato do sofrimento presente fosse completamente compreendido que estava oculto do consciente daquele paciente. A lembrança da situação é o avanço da análise. Em que as vivências da criança de muita angústia foram geradas em uma época que a representação simbólica dela não estava formada de forma verbalizada e ideográfica, que de certa forma passaram a representar no analista na forma de uma percepção de transferência onírica. Neste processo o analista está profundamente afetado e envolvido no processo de conhecimento de seu paciente ao ponto do despertar do interesse do analista projetar a peça da construção do problema que servirá como alavanca que irá promover a recordação intensa do paciente.

Os analistas devem ser sensíveis para as possibilidades do analisando em torno de si mesmo. É necessário ao analista perceber o limite do seu paciente e o ritmo desejado por ele mesmo em torno de seu progresso de interpretação da reconstrução psíquica. A defesa do analista não é uma condição ruim, mas tem que criar a disposição para ver aquilo que contribui para o progresso do paciente.

A precipitação do analista gera impasse na percepção da análise, gerando resistência do paciente, o que rompe a relação humana entre paciente e o analista. O analista necessita criar uma capacidade de espera para que a intervenção decorra de um processo natural em que o paciente esteja preparado para o seu próprio despertar. Deve o analista trabalhar com uma capacidade de projeção negativa de coisas que percebe sobre seus pacientes, para esperar o momento exato de prestar o auxílio que ele tanto dependa e a condição favorável da introdução enigmática da pergunta possa conduzir o paciente a verbalização da solução de seu conflito.

Não existe uma regra geral, têm pessoas que se focam na análise e não seguem um movimento disperso em torno do saber.

Tinha uma época que se dizia para não pegar o bebê no colo porque ele iria ficar mal acostumado, no processo de análise a dependência é um algo relativo em que converge para uma maturação aos pares (entre analista e paciente). O importante da análise é ver a dependência quando é necessária para a promoção do tratamento. Por outro lado quando está presente um aspecto de simbiose, a sua existência decorre da visualização de uma relação patológica que necessita ser trabalhada durante o ato de análise.

O ideal é o tempo em que um ou outro esquece a relação analista-paciente e os pares passam a se enxergar como iguais (Didata e Candidata). Para que este estado de desambiguação seja construído é necessário haver frequência de trabalho e um tratamento inicial requer no mínimo 4 consultas semanais, porque assim como um estudioso de piano necessita exercitar sua mente para a perfeição no piano, também o é o paciente que busca aprimorar para tocar sua alma na construção daquilo que irá devolver a canção harmônica de sua identidade. E a construção quando interrompida de forma muito espaçada trás sobre o paciente a situação-problema de memorização de suas angústias reduzindo suas chances de sucesso no tratamento pela inabilidade de representar o seu estado de angústia presente, mas um modelo histológico de seus sofrimentos dificultando o trabalho do analítico e os fatores que necessitam ser trabalhados de forma exaustivas que foram acumulados no decorrer da semana.

O número de sessões vai depender da gama de elevação do entendimento que um e outro indivíduo quer absorver sobre si mesmo. É necessário visitar as áreas da personalidade para chegar dentro do equilíbrio didata do processo aso pares. Trabalhar em profundidade inclusive por sobre os fenômenos transferenciais é algo muito complexo.

Uma análise tem uma dimensão muito grande em torno de um eixo científico- artístico. A psicanálise é uma arte de viver que para se tocar uma vez por semana não irá contribuir para a lapidação que irá projetar uma bela canção ao tocar a alma humana no sentido do progresso sensorial.


[TEXTO] 01/08/2025 16:41:46

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O QUE É IMANTAÇÃO SOLAR? MATERIALIZAÇÃO?


UM VETOR DE LASER RESGATA DE UM CORPO PARTÍCULA POR PARTÍCULA NA VELOCIDADE DA LUZ E GUARDA O ENDEREÇAMENTO DE JUNÇÃO. PARA QUANDO TIVER O TRANSPORTE DA MATÉRIA ELA SE PACIFICAR CONFORME ERA ESTABELECIDO A SUA COMPOSIÇÃO COMO OBJETO SÓLIDO, LÍQUIDO OU GASOSO. A IMANTAÇÃO SOLAR É UMA DOBRA QUE SE FAZ NA LUZ PARA CUNHO DE PARTÍCULAS QUE MANIPULADAS ATRAVÉS DE LASER GERAM A FORMA DESEJADA DE MATÉRIA QUE SE DESEJA CUNHAR NO HABITAT. ENTÃO MATERIALIZAÇÃO OU IMANTAÇÃO SOLAR É UM TELETRANSPORTE GUIADO PARA FORMAR UM OBJETO A PARTIR DA LUZ PURA QUE É TRANSPORTADA PARA SER MATÉRIA.

E = MC


M = E/C


UM COMPUTADOR TEM O DESIGNER PARTÍCULA POR PARTÍCULA COMO MONTA A MATÉRIA A APARTIR DA CONCENTRAÇÃO DO PINO DE PLASMA SOLAR DA LUZ NA FORMAÇÃO DA PARTÍCULA E DAS MOLÉCULAS E DA MATÉRIA. E VAI FAZENDO ELETRÓLISE ENCAIXANDO CADA PARTÍCULA GERADA DE PRIMEIRA GERAÇÃO DA PARTÍCULA ATÉ GERAR O OBJETO.

TEM O GABARITO DA CASA OU EDIFÍCIO, OU DO ALIMENTO O COMPUTADOR SOLAR FAZ A DOBRA DA ENERGIA E ENCAIXA CADA PINO DE PLASMA SOLAR PARA FAZER CADA PARTÍCULA E COMO UM LEGO VAI ACOPLANDO AS PARTÍCULAS PARA FORMAR O OBJETO QUE SE QUER IMPRIMIR.

A DOBRA DA ENERGIA É O MESMO QUE COMPRIMIR O PINO DE PLASMA SOLAR PARA QUE ELE FORME A PARTÍCULA. NO FORMATO DE ENERIGA O PINO DE PLASMA SOLAR ESTÁ DISPERSO, ENTÃO SE COMPRIMI O PINO PARA QUE ELE TENHA ASPECTO DE PARTÍCULA E SE FORMA O SÓLIDO, O LÍQUIDO E O GASOSO.

Massa = Energia/Compressão


NO PORTUGUÊS A TRADUÇÃO FOI EM VEZ DE Compressão --- CENTROIDE DE ENERGIA.


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O REGENTE DA GALÁXIA SOLICITOU 29ZEROS DE PÉROLA NEGRA PARA GERAR A DOBRA DE TAMANHO DE NOSSA CAPITAL DA GALÁXIA. LIBERO AGORA A VERBA NO BANCO ANTARES.

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NOSSO CÂMBIO NO MERCADO ESTELAR 1KWatt DE ENERGIA CUSTA 10 Cents de DOLAR AMERICANO. numa velocidade da luz que UMA ESTRELA GUIA TEM 14 BILHÕES DE ANOS DE EMISSÃO. E 1 segundo e meio gera uma TONELADA DE OURO ATRAVÉS DE PROCESSOS DE IMANTAÇÃO SOLAR.

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1 PÉROLA NEGRA = 1 TRILHÃO DE ESTRELAS GUIAS DE EMISSÃO GLOBAL EM TONELADAS DE OURO.

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COMPRIMIR 35 CM3 (TRINTA E CINCO CENTÍMETROS CÚBICOS) DE LUZ SOLAR CRIA UM ÁTOMO DE HIDROGÊNIO.


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ME INFORMARAM QUE A IMANTAÇÃO DE UM ÁTOMO DE HIDROGÉNIO ESTÁ AVALIADO EM US$ 4E-5 DÓLARES AMERICANOS.

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Após a contagem de muitas gotas de água, os alunos verificaram que, em uma gota de água, existem 1,67 x 10²¹ moléculas. https://aolargo.com.pt/ciencia-em-acao-o-numero-de-moleculas-numa-gota-de-agua

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[TEXTO] 01/06/2025 08:24:42

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PEÇA TEATRAL: OS ATOS FALHOS --- PEDRO NOVAIS



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Rio de Janeiro, 17 de outubro de 1996. Igreja da Lapa. Quinta-feira às 21:00 horas. A entrada da noiva no ALTAR. Clarisse e Heitor um par perfeito. Porém os anos se passaram e o LEITE AZEDOU. Senhoras e Senhores: Não sei quanto cada um dos Senhores sabe sobre Casamento, seja por intermédio de leituras ou de ouvir dizer. Todavia, os termos com que anunciarei nesse colóquio - de introdução elementar ao casamento - obrigam-me a tratá-los como se nada soubessem e necessitassem, portanto de instrução preliminar.

Mas pressuponho ser do conhecimento de todos que o CASAMENTO é um procedimento por meio do qual se trata clinicamente os doentes dos nervos, e dou-lhes logo um exemplo de como, nesse área, muito se dá diferentemente dos domínios da medicina, ou mesmo em franca oposição a estes.

Neles, quando submetemos um doente a uma técnica médica que lhe é nova, em geral minimizamos os problemas inerentes a ela e, confiantes, lhe asseguramos que o tratamento em questão terá êxito.

Penso que é justificado fazê-lo, uma vez que nosso comportamento aumenta a probabilidade de sucesso. Quando, porém, submetemos as neuroses de casamento a uma intervenção, procedemos de modo diverso, nos é apresentada as dificuldades do comportamento humano, na vida em casal, o tempo substancial de reflexão, as exigências de tempo e esforço para conseguir em resgate esse êxito, e os sacrifícios de transformação consciente que dependerá do comportamento, da compreensão e das persistência as dores que se instalam no casamento. Temos, é claro, bons motivos para adotar uma conduta aparentemente tão atravessada, que os senhores talvez venham a compreender mais adiante.

Agora não se irritem, se repetitivo for. PORQUE DESACONSELHO a repetição em registro da GRAVAÇÃO da ESCUTA, porque não deve as DEFICIÊNCIAS de meu CASAMENTO ser o espelhamento do INFORTÚNIO na formulação de um JUÍZO A RESPEITO do tema DAS DORES DO CASAMENTO, que se abateu sobre nossas vidas: CLARISSE E HEITOR.

O problema substancia no foco, no modo habitual de pensar que na formação prévia do comportamento a Repetição em Rotina GERA MÁGOA. Essa desantenção de uma medida que não posso prever certa compreensão sobre os mimos do casamento, numa investigação científica e social que me torna apto a conduzir a normalidade o estado do querer bem e Amar Clarisse como no primeiro dia de Núpcias.

Se não posso garantir uma medida de compreensão na rotina de meu CASAMENTO, não posso dar a CLARISSE garantia de ESCUTA. QUE nos conduzirá a um casamento perfeito, livre dos transtornos da DISCÓRDIA. Ainda assim, caso haja entre os Senhores e Senhoras, alguém que não deseje se dar por satisfeito com um conhecimento passageiro do assunto, mas que, pelo contrário, gostaria de se relacionar com o casamento de forma mais duradoura, eu não apenas o desaconselho na assim proceder como o advirto expressamente para que não o faça.

Do modo como estão as coisas hoje em dia, escolher tal conduta destruiria toda e qualquer possibilidade de sucesso em algum lar, e, viveria numa família que não compreende os esforços, que o contempla em desconfianças e hostilidades que sobre ela atiçará todos os espíritos ruins que nela espreitam. Em que se espreita na sociedade visões múltiplas de INFIDELIDADE e seus espíritos em legiões que espreitam a conduta.

De certo modo, sempre existem em bom número aquelas pessoas para as quais, a despeito de tais desconfortos, tudo quanto pode se transformar em NOVAS INFIDELIDADES retém sua atratividade. PORÉM, entre VÓS que deseja minha casa entrar, querendo CONSELHOS pode reaparecer em minha casa para OUVIR NOVAMENTE O MEU COLÓQUIO.

EM primeiro lugar, há as dificuldades relacionadas à instrução, no início de gestão do casamento. A VIDA DE CASADO dos pais os SENHORES E SENHORAS acostumaram a ver. Que são PARTICÍPIO PASSADO diferente do ATO CONJUGADO DA NOIVA. Veem o preparado anatômico, o precipitado decorrente da reação química e o encolhimento do músculo resultante do sucesso na estimulação dos nervos.

Depois, o doente lhes é apresentado aos sentidos, com os sintomas de seu mal, os produtos do processo de adoecimento e mesmo, em numerosos casos, os causadores da doença em estado isolado. Nos regramentos cirúrgicos, testemunham as intervenções mediante as quais se prestam socorro ao enfermo e podem até se exercitar na execução delas.

Mesmo na Química ALTERADA DO DESAFETO, a apresentação do doente, DESSE RELACIONAMENTO AMOROSO, ONDE surge e brota o DESAMOR, A DESATENÇÃO, O DESCRÉDITO, O INFORTÚNIO E O MALQUERER, com sua mímica facial alterada, seu modo de falar e seu comportamento, abastece os SENHORES E SENHORAS de toda uma variedade de observações que lhes deixa a impressão profunda. Assim, o REPRESENTANTE DE DEUS cumpre predominantemente o papel de um guia e intérprete a lhes acompanhar por um museu, enquanto os Senhores e Senhoras travam contato direto com os objetos e, mediante a própria percepção, creem haver se convencido da existência de novos fatos.

Infelizmente, isso tudo é diferente no casamento, Na crise SENTIMENTAL não ocorrem senão trocas de palavras entre o analisando e o CONJUGUE AFETADO. O conjugue ressentido FALA, relata experiências passadas e impressões presentes, se queixa, confessa seus desejos e impulsos emocionais. O marido ouve com atenção, busca dirigir o curso dos pensamentos do CONJUGUE, instiga-o, compele sua atenção para determinadas direções, dá-lhe explicações e observa as reações de compreensão ou repúdio que, desse modo, desperta a queixa da pessoa AMADA. Parentes desinformados de nossos conflitos - aos quais só impressiona o que é visível e palpável, de preferências ações como as que vemos no cinema, - jamais perdem uma oportunidade de manifestar suas INTROMISSÕES, acerca de "como se pode fazer alguma coisa contra a queixa apenas com palavras".

Trata-se de um modo de pensar pouco sensato e não muito coerente. São, aliás, essas mesmas pessoas que têm certeza de que os QUEIXOSOS "apenas imaginam" seus sintomas. Em sua origem, as palavras eram magia, e ainda hoje a palavra conserva muito de seu velho poder mágico. Com palavras uma pessoa é capaz de fazer outra feliz ou de levá-la ao desespero; é com palavras que um professor transmite seu conhecimento aos alunos e é também por intermédio de palavras que o orador arrebata a assembleia de ouvintes e influi sobre os juízos e as decisões de cada um deles. Palavras evocam afetos e constituem o meio universal de que se valem as pessoas para influenciar umas às outras.

Não vamos, pois, subestimar o emprego das palavras na vida de casado, e sim nos dar por satisfeitos se pudermos ser ouvintes daquelas palavras que são trocadas entre marido e conjugue,

Mas tampouco isso podemos fazer. A conversa que constitui as diretivas afetivas do relacionamento não admite ouvintes, e não se presta a demonstrações. Pode-se, é claro, em uma aula de química do corpo se afetar e gerar sobre si mesmo rupturas do comportamento para questionar ao outro SOBRE O QUE LHE AFETA. Ele relatará suas queixas e sintomas, mas nada além disso. As comunicações de que necessita a análise, o que queixa só as faz mediante uma particular ligação emocional com o conjugue; não logo notasse a presença de uma testemunha que lhe é responsável, a tudo a que, como pessoal interna do casamento é psicodependente dos efeitos, o que se pacifica, e as amarras se oculta de outros, de resto, a tudo o que, como personalidade una, ele não deseja admitir para si mesmo.

PORTANTO, os SENHORES E SENHORAS não PODEM ASSISTIR AOS MEUS CONFLITOS CONJUGAIS DE MEU CASAMENTO. Podem apenas ouvir acerca dele, assim tomar conhecimento dos fatos apenas de ouvir falar, no sentido mais estrito da expressão. Mediante essa expressão de segunda mão, por assim dizer, condições bastante incomuns ser apresentam para que os SENHORES E SENHORAS possam formar um juízo. Claro está que tudo depende, em boa parte, da credibilidade que possam conferir à sua fonte de informação.

Imaginem-se, por um momento, não em uma aula de química dos corpos, e sim na história, em que um sábio relata um momento libertário importante para a sociedade e os casais. Que circunstanciado no passado se credita no guia a veracidade do traço que sustenta o argumento de FIDELIDADE que a trama da HISTÓRIA traz o argumento de CONTEMPLAÇÃO QUE CORRIGE A CONDUTA DA QUEIXA DA FALA. Que é importante o fato narrado histórico como representativo de uma EPISTEMOLOGIA MORAL que a veracidade COORDENA A VOLTA DA NORMALIDADE SOCIAL DO CASAL E EXTINGUE a queixa recorrente do dia.

DEPOIS VÊM os fatos que confirmam o Guia ESPIRITUAL que pacifica a relação do CASAL QUE SITUA CONFLITUOSA desempenhando um papel, de relato das coisas, QUE DEVOLVE e traz o espelhamento para A NORMALIDADE SOCIAL do CASAL.

Ele pode remeter os SENHORES E AS SENHORAS a relatos de antigos escritores, contemporâneos dos fatos ou mais próximos dos acontecimentos em questão do CASAL, e pode abastecer de ALEGORIAS, LITURGIAS, verdadeiras lições de amor, preservadas como a grande POMPEIA. SEJA A VERDADE ESCRITA oralidade pura de nomear um AVANÇO DO TRAÇO DO COMPORTAMENTO conquistada pela força da descrição dos TERMOS a que se faz sentido ABASTECER DE IDEAIS OS COMPORTAMENTOS HUMANOS.

Seja o rol de atributos, críticas, créditos, decisões e suas estruturas, ponderações, premissas descritas como relatos, se segue ao exame das fontes antigas em consideração dos fatores, das motivações do informante, e a coerência interna dos testemunhos. Gerando a oportunidade de identificar clareza sobre fatos presentes e momentos conflituosos que se deseja pacificar no casal.

(pausa para o café da manhã)

Agora têm o direito de perguntar: se não existe certificação objetiva do casamento nem qualquer possibilidade de demonstrá-la, como pode alguém aprendê-lo, afinal, e se convencer da verdade de suas afirmações?

De fato, esse aprendizado não é fácil nem são muitos os que a aprenderam devidamente, mas existe, é claro, um caminho possível para tanto. Casamento é algo que aprendemos, em primeiro lugar, em nós mesmos, mediante o estudo de nossa própria personalidade. Não se trata propriamente daquilo a que chamam auto-observação, embora possamos, por necessidade, classificá-lo dessa maneira.

No casamento os fatos se constituem fenômenos psíquicos alguns frequentes e conhecidos, podemos observar em nós mesmos e tomar objetos de análise.

É assim que obtemos a convicção que procuramos acerca da realidade dos processos que o casamento descreve e da correção das concepções do comportamento nomeadas nas queixas a que se deve ajuizar a pacificação dos conflitos dentro do enlace afetivo.

Desse modo, certas barreiras se impõem em nosso progresso. Avançar é preciso, se qualificar em avaliar é preciso, medir os efeitos do próprio Eu é necessário.

Nos valer da TÉCNICA EM OPORTUNIDADE de aprender com o outro: ESSE SER NOMEADO A QUE SE NUTRE O AMOR E AFIRMA AMAR.

MAS, embora excelente, é claro que esse caminho só pode ser percorrido por quem o vivencia, jamais por toda a sociedade.

Aos Senhores, meus ouvintes - mas não as Senhoras - cabe a responsabilidade por uma segunda dificuldade em sua relação com o casamento. LIDAR COM AS QUEIXAS SUBJETIVAS DA PESSOA AMADA. Enquanto a relação primária são os CLAMORES DO CORPO no EFEITO DA IDADE sobre o comportamento da LIDA DIÁRIA de ORGANIZAÇÃO DOMÉSTICA E da SAÚDE E INTEGRIDADE DOS FILHOS.

UMA COISA É EXPLICAR A MULHER NA BASE QUÍMICA E OUTRA COISA É ter sua compreensão na base biológica do conhecimento da pessoa AMADA.

Por essa razão, permaneceram alheios ao pensamento psicológico e se acostumaram a contemplá-lo com desconfiança, negando-lhe o caráter científico e relegando-o aos leigos, aos escritores, aos filósofos da natureza e aos místicos. Porque a CAMADA BIOLÓGICA era a mascara VISÍVEL DO TEMPO.

Essa limitação é decerto danosa à prática do COMPORTAMENTO DO CASAMENTO DOS SENHORES, uma vez que, como é a regra em todos os relacionamentos humanos, o que queixa lhes apresentará em primeiro lugar a FACHADA PSIQUICA, e receio que como castigo, os Senhores serão obrigados A RECONHECER OS SINTOMAS, com os laços fortes e FORTALECIDOS, da CONVIVÊNCIA MARITAL, enfraquecendo as disfuncionalidades que os curandeiros e místicos APETECEM para ser parte de uma INFLUÊNCIA TERAPÊUTICA que almejam NORMALIZAR DA QUEIXA DO CASAMENTO.

Não ignoro a justificativa que temos de aceitar para esta deficiência em sua formação. Conhecida como ENVELHECIMENTOS. QUE A FILOSOFIA ORIENTE E INFLUENCIE EU AUXÍLIO que poderia minimizar os ASPECTOS INERENTES AO AVANÇO DA IDADE NA VIDA MATRIMONIAL. Como uma escuta saudável que vale apena estar AO LADO DA PESSOA QUE ENTREI NO CASAMENTO no Rio de Janeiro, 17 de outubro de 1996. Igreja da Lapa. Quinta-feira às 21:00 horas.

Sabe-se lá a filosofia lidar acerca da relação entre o físico e o psíquico da relação experimental, da fisiologia dos sentidos, o que daria uma pista como chave para a compreensão de um possível distúrbio das funções psíquicas como por exemplo se ressentir se ao acordar não der um beijo matinal como quem acorda para dizer que estou indo para o trabalho.

E por dentro o ato de não ACORDAR É PRESERVAR, fazer com que a MULHER DESCANSE, E ESQUECER que o MODOS DE TRATAMENTO É DIZER QUE PARTE e vai com ELA NA SENSAÇÃO DO BEIJO. E SE CRIA UMA CONJUNÇÃO DE ESTRANHAMENTO NA CONSTRIÇÃO CEREBRAL DE QUE NÃO MAIS APRECIA A VIDA EM CASAMENTO. DO CONFLITO A MÁGOA POR TER DESPIDO NO DIA PASSADO E DEIXADO AS ROUPAS SUJAS EXPOSTAS NO CHÃO EM RECOLHIMENTO PARA O CESTO DE ROUPAS SUJAS.

ENTÃO Senhores e Senhoras, se forma uma rotina de DESCREVER O ARRANJO de agrupamento de fenômenos PSÍQUICOS do que é GOSTAR E QUERER BEM, E DO QUE É noção de desamor praticar como comportamento dentro do casamento.

Onde se SATURA A RECORREÊNCIA da prática do comportamento que é considerado noção de desamor que o COSTUME faz infringir a norma como regra proposta da união estável do casal.

Os sintomas que compõem esses quadros de DESAMPARO são conhecidos e hora desconhecidos em sua origem, onde a FALA SE EVIDENCIA O TRAÇO PSICOLÓGICO que consolidou da experiência. Em seu mecanismo e inter-relação, que por vezes é imperceptível o registro desconexo da União Afetiva Estável. Vistas as alterações como tais indisponíveis de acesso para EXPLICÁ-LAS e retirar as dores e os CLAMORES DE ATRASOS.

Tais distúrbios psíquicos só admitem influência terapêutica quando podem ser identificados como efeitos colaterais de alguma afecção orgânica.

O RECLAME que se ESQUECEU de algo importante de nossas vidas. Quando o CONJUGUE FEZ O CHAMAMENTO para se lembrar e nomear sobre o fato marcante do casal.

Essa é a lacuna que o casamento busca preencher. Essa lacuna pretende ser preenchida pela química dos corpos com os fundamentos psicológicos corretos que SUSTENTAM A RELAÇÃO Do eixo imaginário da supressão e da falta; espera descobrir o terreno comum a partir do qual se possa compreender a convergência do distúrbio físico e do psíquico do tempo.

Para tanto, é necessário que ela se mantenha livre de todo e qualquer pressuposto anatômico, químico e fisiológico que lhe seja estranho, que trabalhe com conceitos auxiliares puramente psicológicos, e é por essa mesma razão que, receio, ela lhes parecerá estranha inicialmente.

Quanto à próxima dificuldade, não desejo culpar os Senhores por ela, nem a formação prévia ou sua atitude. Nas formulações do casamento ofende o mundo inteiro e atrai sua aversão; uma delas infringe uma preconcepção intelectual. a outra uma preconcepção de caráter estético-social.

(pausa de 10 minutos para descansar)

Subestimar pode o homem o intelecto de sua ESPOSA? OU AS DEFORMIDADES QUE SE ASSENTUAM NO TEMPO dos traços do corpo físico decorrentes da IDADE?

Não subestimemos, pois, essas preconcepções; elas são coisas poderosas, expressões de desenvolvimento úteis, e mesmo necessários, da humanidade. Forças afetivas operam em sua manutenção, e a luta contra elas é dura.

A primeira dessas afirmações desagradáveis diz que os processos psíquicos são, em si, inconscientes, e que os conscientes são meros atos isolados, porções da totalidade da vida psíquica do casal. Em que o casal se lembra, ao contrário disso, o costume a identificação psíquica e consciente. A consciência é tida por nós como nada menos que o caráter definidor do psíquico, e a psicologia, essa equiparação nos parece tão óbvia que cremos perceber qualquer contradição a ela como um verdadeiro contrassenso. Ainda sim, o casamento não tem como ter contradição, porque não se pode aceitar a identificação do consciente como o psíquico.

QUANDO O ato consciente de colocar uma xícara na pia para a LOUÇA TER QUE LAVAR, conduz um desagravo para uma reflexão consciente a cerca da distribuição dos AFAZERES DA CASA?

A definição do psíquico, para o casamento, é de que ele se compõe de processos tais como sentir, pensar e querer, e ele tem que se postular a existência de um pensar inconsciente e de um querer inconsciente. Com isso, porém, ela perdeu de antemão a simpatia de todos os amigos da cientificidade sóbria, atraindo para si a suspeita de constituir-se de uma fantástica doutrina secreta, desejosa de construir no escuro e de pescar em águas turvas.

Naturalmente, os Senhores e Senhoras, meus ouvintes, ainda não têm como compreender como direito posso caracterizar como preconcepção uma frase de caráter tão abstrato como: "Cada dia que passa Amor, você está mais linda e graciosa!"; E isso ser um evento "psíquico e consciente";

Tampouco lhes é possível intuir que desenvolvimento há de ter levado à negação do inconsciente, caso ele exista, e que vantagem poderia ter advindo dessa negação: "Seu cabelo ficou ressecado com os anos de nosso casamento";

Se equipararmos o psíquico ao consciente ou se o entendemos além disso é algo que parece uma discussão vazia, mas posso lhes assegurar que a hipótese de processos psíquicos inconscientes abre o caminho para uma nova e decisiva orientação no mundo e na ciência: "É hora de passarmos um momento de VERANEIO juntos em Petrópolis";

Tampouco podem os Senhores e Senhoras adivinhar a íntima relação que essa primeira ousadia sobre o casamento guarda com a segunda, ainda não mencionada. essa segunda tese, que o casamento oferece como um dos seus resultados, consiste na afirmação de que impulsos instintuais que só podem ser caracterizados como sexuais, seja no sentido mais restrito ou mais amplo do termo, desemprenham papel extraordinariamente grande - e que até hoje não avaliado a contento. E mais do que isso: que esses mesmos impulsos sexuais contribuíram em não pouca medida para as mais elevadas criações culturais, artísticas e sociais do espírito humano.

Segundo minha experiência, a aversão a esse resultado da pesquisa do comportamento sentimental do casamento é a fonte mais significativa da resistência com a qual ela se depara: "Amor quero você como no nosso primeiro ano de casamento!";

Quer os Senhores e Senhoras saber como explicamos isso? A queixa subjetiva ancorada em QUERER BEM E MAIS de forma PARASSIMPÁTICA NA FALA DO AMANTE???

Acreditamos que, por pressão das necessidades da vida, a civilização foi criada à custa da satisfação instintual e, em grande parte, é constantemente recriada, quando o indivíduo recém-ingresso na comunidade humana novamente sacrifica a satisfação instintuais assim empregadas, os impulsos sexuais desempenham papel importante; eles são sublimados, isso é, derivados de suas metas sexuais e direcionados para metas socialmente mais elevadas, não mais sexuais.

A CONSTRUÇÃO DO CASAMENTO, no entanto é instável; a domesticação dos instintos sexuais é precária; em cada indivíduo se junta à obra da cultura persiste o perigo de que seus instintos sexuais se neguem a tal emprego.

E Clarisse não crê em ameaça maior à sua cultura do que aquela que viria da libertação dos instintos sexuais e do retorno destes a suas metas originais. Ela não gosta, portanto, de ser lembrada dessa parte delicada de seus fundamentos, não tem interesse nenhum em que seja reconhecida a força dos instintos sexuais e seja demonstrada a cada indivíduo a importância da vida sexual; AO CONTRÁRIO, optou, por propósito educativo, por desviar a atenção de toda essa área.

É POR ESSA RAZÃO que Clarisse não tolera a SONDAGEM SOBRE NOSSO CASAMENTO. Da resultante da pesquisa dessa sondagem de forma objetiva. Onde as Divergências, precisam ser traduzidas em termos intelectuais, se há de ser expressa. É da natureza humana, porém, que as pessoas tendam a considerar incorreto aquilo de que não gostam, e então se torna fácil achar argumentos contrários.

A sociedade, portanto, transforma o desagradável em incorreto, contesta as verdades do casamento com argumentos lógicos e factuais, mas oriundos de fontes afetivas, e, ante toda e qualquer tentativa de refutação, apega-se a críticas que são preconcepções.

SENHORES E SENHORAS, aqui nesse colóquio seria lhes apresentado uma tese em tendência social que aflora o casamento??? E se for apenas a expressão de um fato compilado através de um árduo trabalho? Ou se reivindica um direito de rejeitar uma intromissão a vida afetiva que se espera a guarda da influência social? Ou a justificativa ou o receito que minha história pessoal eu seja julgado incoerente com a norma de amar a pessoa que escolhi para casar??? Essas são pois, as dificuldades que os Senhores e Senhoras vão enfrentar no trato do casamento! Isso é mais suficiente para um começo. ONDE HÁ QUE SE SUPERAR as impressões causas pela transcrição desses fatos.

(pausa de 10 minutos para descansar)

Senhores e Senhoras, meu ATO FALHO QUE LEVOU aos LÁPSOS VERBAIS DE CLARISSE que geraram suas queixas foi utilizar o inconsciente para VALORIZAR as mulheres com que percebi transitarem no habitat. Em que o espelhamento quando estava ÍNTIMO COM CLARISSE conduzia exigências de ativar UMA LÓGICA DE COMPARADORES que minha fala com a idade fora se distanciando das fotografias do algum de casamento e núpcias.

Meu ato falho FOI FAZER CLARISSE evocar RESPONSABILIDADES DEMAIS DA CASA, onde fui um pai ausente e o efeito da idade fez com que CLARISSE PERDESSE A VITALIDADE, e os comparadores lógicos com outras mulheres se ativaram para desgastar nossa relação.

Meus atos falhos foi DAR VALOR DEMAIS EM TEMPO DE OCUPAÇÃO CEREBRAL com meus amigos, elevando a IMPORTÂNCIA DELES E A MAGNITUDE DA EXPERIÊNCIA DE CONTATO distanciando cada vez mais de você MINHA CLARISSE.

Meus atos falhos foi desejar viajar sozinho sem a sua companhia. Pedir cada vez mais que tivesse momentos sem você ao meu lado. Para mim isso era LIBERDADE. E no entanto não estava percebendo que estava perdendo você a cada dia que se passava de nossas vidas.

Meus atos falhos foi falar para você CLARISSE em DEMASIA, as qualidades de Berta, Suzana, Tereza, Raquel, Cleonice, e não se lembrar de ressaltar as suas qualidades do contato social que tinha com essas mulheres no ambiente de trabalho ou nas rodas sociais.

Meus atos falhos com Clarisse foi exigir ROUPA PASSADA E LAVADA, HORÁRIO PARA REFEIÇÕES, atitudes de castração quando se referia a outro homem, comportamento disciplinar dos filhos, condução da vida da casa e dos afazeres domésticos e da educação das crianças. E achar que a normalidade social era estar íntimo contigo uma vez por mês em nosso casamento.

Meu ato FALHO foi o BAR. Onde não tinha o convite para você estar junto com meus amigos. Era uma sociedade que não comportava a Mulher da gente junto ao MARIDO.

Meu ato falho foi não perceber que você necessitava de cuidar das unhas, cabelos, pernas, mãos, pescoço, sobrancelhas, boca, perfume, cremes, e fazer críticas de como sua conduta estava me desagradando ao longo do tempo. Em exigir que você me pedisse o vínculo com salão de beleza, spar, terapias e organize.

Meu ato falho com CLARISSE FOI EXIGIR que ela fizesse refeições em ECONOMIA FAMILIAR. SEM ESTAR AO SEU LADO NA ORGANIZAÇÃO DOMÉSTICA.

Com o Passar do tempo surgiu a indiferença, o não reconhecimento do ESPELHAMENTO DA ÉPOCA DE CASADOS. CLARISSE NÃO ERA A MESMA, QUE MEUS ATOS INCONCIENTES a induziram a ser percebida descontinuada do tempo. ERA UMA MULHER NEURÓTICA cheia de traumas educacionais da criança, a cintura não correspondia mais das fotos, E tinha dificuldades de reconhecer meus gostos sociais.

Clarisse não sabia conduzir uma prosa de roda de fala com meus amigos. NÃO SE INTERESSAVA POR NADA, não tinha assunto para falar com ninguém, não nutria os mesmos gostos do que proseávamos na mesa de bar. Tinha aversão aos meus amigos e queria me afastar de cada um deles.

Eu dizia que ela tinha ENVELHECIDO E cobrava dela uma atitude mais social com meus amigos. Não queria uma esposa APÁTICA a estar diante das pessoas que AMAVA.

Meu ato falho: EU FREQUENTAVA ACADEMIAS E CLARISSE FAZIA CAMINHADAS PARA FICAR EM FORMA.

Ela me conduzia para os melhores empregos. E eu cada vez mais a condicionava a ficar em casa.

FOI QUANDO PASSEI A IR AO CINEMA COM NOSSOS FILHOS ENQUANTO CLARISSE ARRUMAVA A CASA.

EU RECLAMAVA que as camisas estavam ficando puídas. Eu reclamava que CLARISSE estava indisposta quando eu PEDIA O SEU CORPO. Se um de nossos filhos reprovasse em uma das provas era uma discursão dentro de casa de que ela não estava dirigindo os estudos direitos de nossos filhos.

CHEGOU UM PONTO QUE CLARISSE não tinha mais o Reconhecimento do sim, do casamento de estar contigo até que a morte os separe. E HEITOR não sabia mais o SIGNIFICADO DA UNIÃO.

SEUS DENTES CORROERAM E EU NÃO PRESTEI ATENÇÃO. ACHAVA QUE TUDO ESTAVA normal dentro de casa. ELA TEVE COMPLICAÇÕES NOS RINS e não entendi porque tinha adoecido.

Passei a pedir para que ela me desse um tempo sozinho, sem perguntas e sem respostas nessas ausências.

Ela chorava e veio a depressão. Fazia tudo de casa e não estava contente. Propus uma viagem para ver se ela animava em família. Parecia distante de tudo e de todos, e próxima dos filhos.

Chegava em casa dava-lhe um beijo e ela não mais queria sair da televisão. Eu pedia comida e ela me alertava que era só esquentar no microondas que a comida estava pronta. Para mim era a normalidade social. Não era queixa e não era um sintoma.

Ela me falou que queria continuar os estudos. E EU LHE DISSE: "PRA QUÊ?" - FOI QUANDO PERCEBI SEU SEMBLANTE TURVO de ausência de meu bem-querer, e dizendo que tinha que repensar os valores que havia acumulado em vida.

FOI AÍ QUE ME DEI CONTA DAS PORTAS QUE TINHA FECHADO PARA CLARISSE. ME RECONHECI ASSUSTADO QUANDO A MULHER DE UM AMIGO MEU NÃO CONSEGUIU SAIR DA DEPRESSÃO E PERDEU A VIDA. FUI PARA O ESPELHO E VI O MONSTRO QUE ERA E O MONSTRO QUE ME TORNEI AO LADO DELA.

ONDE eu queria apenas uma chance, um momento para retirar os efeitos de todos os atos falhos que gerei em significância em sua vida.

Tinha que desconstruir minha conduta, REFORMULAR MINHA MORAL, e aproximar-me da ética em relação ao AFETO DE CLARISSE. Tinha que fazer de alguma forma que não gerasse a dor de uma perda de ANOS NO RECONHECIMENTO AO MEU LADO. E NÃO FAZER com que CLARISSE DESEJASSE não mais estar comigo ao meu lado como parte de minha vida e parte de minha existência.

A pedra

O distraído, nela tropeçou,

o bruto a usou como projétil,

o empreendedor, usando-a construiu,

o campônio, cansado da lida,

dela fez assento.

Para os meninos foi brinquedo,

Drummond a poetizou,

Davi matou Golias...

Por fim;

o artista concebeu a mais bela escultura.

Em todos os casos,

a diferença não era a pedra.

Mas o homem.

Antonio Pereira (Apon)



FIM!!! OBRA PRODUZIDA POR TÉCNICA DE ESPELHAMENTO EM SIGMUND FREUD. VÁRIOS TRECHOS SÃO IDÊNTICOS A OBRA DE SIGMUNDO FREUD PARA TEATRO E FILME.

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PEÇA TEATRAL EM NÚMEROS:

1.457.940 OBRAS LITERÁRIAS NEGOCIADAS

4.578.321 INTENCIONALIDADE DE ASSISTIR A PEÇA TEATRAL

95.431 INGRESSO DO CONJUGUE NA ACADEMIA

95.439 CONJUGUE PROCURARAM SALÃO DE BELEZA.

94.531 CONJUGUE AJUDARAM A MULHER NA LIMPEZA DE CASA

149.534 CONSULTAS MARCADAS EM PSICANÁLISE/PSICOLOGIA/PSIQUIATRIA

453 CONJUGUES LEVARAM A MULHER PARA COMER FORA DE CASA

13.594 CONJUGUES LEVARAM A MULHER PARA HOTEL/MOTEL;

854 TRADUÇÕES JURAMENTADAS

9 CONSULTAS MARCADAS EM ODONTÓLOGOS;

145.349 INTENCIONALIDADE DE PRATICAR VIAGENS COM O CONJUGUE (DESPERTOU A INTENCIONALIDADE)

453 CONSULTAS MÉDICAS MARCADAS PARA O CONJUGUE;

139 VENDAS DE CD/DVDs

9 VENDAS DE ROUPAS

45 VENDAS DE JOIAS

954 VENDAS DE COSMÉTICOS


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Obs.: informo que meus TRABALHOS OBEDECEM O CRITÉRIO DE HINÁRIOS. SÃO INDEXADOS AOS LABORATÓRIOS DE SIGMUND FREUD E DA FIOCRUZ PORTANTO GERAM NA MEDICINA PROCESSOS CURATIVOS.

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DESCULPEM OS PEQUENOS ERROS DE DIGITAÇÃO É QUE NÃO CONSIGO ENCONTRAR UM TECLADO QUE NÃO TENHA ESSA EFEITO ABAIXO



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O meu teclado fica da forma descrita acima 1 semana depois de usado.

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Uma das saídas da poesia de ANTÔNIO PEREIRA é a MULHER GANHAR UMA PEDRA PRECIOSA após sair da PEÇA TEATRAL.

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NO GRAFÓMETRO TEM VÁRIOS CASAIS QUE JÁ ESTÃO SE PROGRAMANDO PARA IR ATÉ O RIO DE JANEIRO PARA ASSISTIR A PEÇA TEATRAL.

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[TEXTO] 02/05/2025 17:47:40

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A BUSCA DO INFANTIL Estudos da Doutora Dione de Medeiros Lula Zavaroni


A PSICANÁLISE

Explica:

A BUSCA DO INFANTIL

Max Diniz Cruzeiro
Baseado nos Estudos da Doutora Dione de Medeiros Lula Zavaroni

A psicanálise investiga o processo de acontecer psíquico, então compreender o lugar do infantil é de suma importância para a busca desta constituição psíquica.

A construção da subjetividade é um processo que deva ocorrer de forma natural e o complexo de Édipo está no centro da construção da subjetividade psíquica.

Mas o leitor poderia indagar como ocorre este processo de constituição psíquico? Como é este acontecer psíquico?

O infantil não é tratado por Sigmund Freud por meio conceitual, o autor e pai da psicanálise desenvolveu uma linha de raciocínio corrente, em que as ideias eram dimensionadas para receberem novas oitavas de conhecimento, fato que ocorria à medida que o aprofundamento sobre a psique humana permitia a compreensão mais profunda sobre o psiquismo humano.

Então é comum observar na obra Freudiana abordagens indiretas e a apreensão sobre os textos é uma somatização do que pode ser inferido dentro das elaboradas dimensões da obra, e requer do leitor uma somatização do conteúdo para que o conhecimento sobre o infantil venha a aflorar de fato sobre a psique.

Quanto ao resgate das lembranças infantis Freud argumentava que era necessário que o paciente trouxesse a construção da infância de forma mais precisa possível.

Não menos importante sob esta tentativa de resgate do passado Freud se dedicou a reconstrução e reconstituição sobre o trabalho de interpretações de sonhos, pois eles representavam a pedra fundamental para fazer com que o paciente chegasse à livre associação de seus pensamentos, no sentido de discorrer sobre sua vida e seu passado sem que aspectos intervenientes como a moral inibisse o indivíduo de sua plena manifestação de pensamentos.

Então quando Freud fala das fases iniciais de vida sua construção de metalinguagem permite codificar o significado de seu significante infantil de distintas formas como: infância, infantil, resgate, algo da infância, conteúdo da infância,... Mas o que de fato queria Freud resgatar?

A construção de um pensamento se faz a partir de um aprofundamento progressivo de uma ideia inicial, assim como Freud a Doutora Zavaroni procurou instigar o ouvinte dentro do contexto de progressão dos fatores que levam a somatização e consequente construção da ideia central de Freud.

Mas o que de fato queria Freud Resgatar? Que lugar a infância o infantil vai ocupar na construção do psíquico?

Toda criança está inserida dentro de um contexto cultural e este contexto é formador de representações da criança e da sua infância. As representações são focadas a partir de parâmetros sociais, econômicos e psicológicos. Assim a psicanálise cuida para retirar do contexto cultural as características do indivíduo na busca do infantil para que seja capturado como um processo de interiorização de seu passado etário, de forma que teoria e prática constroem a subjetividade do indivíduo.

A infância no século XIX era considerada uma fase de importância a ser conservada, em oposição ao anonimato e falta de atenção dos séculos anteriores.

Mas este conteúdo Freudiano foi bem aceito, a estranheza nas ideias de Freud foi relacionar sobre o infantil sua retórica sobre a presença de sexualidade deste as primeiras fases de vida de um indivíduo.

O estudo Freudiano deu por fundamental a guarda da criança em relação à sua constituição psíquica, o que corroborou para as assertivas que estavam sendo desenvolvidas na época de seus estudos iniciais.

Do ponto de vista da constituição psíquica, algumas coisas têm que acontecer na infância. A psicanálise, portanto, se constrói entre a teoria e a prática Clínica pelo entrelaçamento da compreensão da infância.

A apreensão do infantil é um processo de aparelhamento da metapsicologia e do trabalho psicanalítico. Mas a pergunta que poderia ser feita para a construção da subjetividade é o que vem mesmo a ser a infância? Seria um relato de uma rememoração que segue uma cronologia que se inicia nas fases iniciais de vida até compor a solidificação do psíquico no indivíduo?

Então para a infância estariam relacionados: a fase de vida, o observável, o desenvolvimento e o cronológico; enquanto, para o infantil: o atemporal, o inconsciente, a pulsão e o originário.

É certo que todos tiveram infância, mas o mesmo poderia ser significativo para a busca do infantil?

O atemporal, quando se projeta o infantil, são os atributos que o indivíduo carrega consigo sobre a experimentação de sua infância, sua forma de ver o mundo em continuidade com um acontecimento passado, que é determinante no desenvolvimento psíquico. Que o acompanha em seu modo de agir, pensar e sentir e faz refletir sobre seu cotidiano. Como um desejo de édipo que está recorrente, recalcado e que continua agindo até o tempo atual (comparado em relação a uma fase mais adulta).

O infantil é inconsciente demanda escolhas. A vida psíquica sustentada pelo infantil está recalcada e inconsciente. O que origina o aparelho psíquico são as primeiras experiências de vida que vão estar no princípio desta constituição psíquica.

Então o problema se condensa em um indivíduo-paciente quando sua fase de vida encontra-se atravessada. Então há necessidade da reconstrução do infantil para a compreensão de si mesmo. De modo que a infância rememorada é o grande elemento definido da constituição psíquica.

Assim a construção do método psicanalítico requer a construção do infantil descrito na obra Freudiana. E os dois elementos caminham a se interceptar em um ciclo de ativação e desativação de perspectivas. Onde o fato Material se correlaciona com psíquico, em que a ligação entre a infância (material) e o infantil (psíquico) constrói a natureza com base na percepção atual de um indivíduo-paciente.

Assim é possível canalizar o resgate mnemônico do paciente, através do valor determinante e fundamental das experiências infantis, onde noções de desamparo, busca de satisfação e elaborações em torno de elementos precoces da constituição psíquica indicam no status atual em que o comportamento de um indivíduo é capaz de estar condicionado a um molde-reflexo do passado.

Se um bebê chora de fome, quando a mãe atende é formado uma correspondência e após este ato o vínculo passa a ser um signo de comunicação entre as partes. Assim, o choro busca satisfação e comunicação ao mesmo tempo.

Se o bebê não tiver alguém que supra suas necessidades básicas ele não sobrevive, como também se não tiver alguém que invista sobre o seu psíquico ele também não resistiria caindo em depressão profunda e o isolamento sensorial o levaria à morte. Isto é o grande significante para desamparo.

Tratar bebês como objeto os fazem tornar vítimas diretas da depressão ao se definhar até a morte. O gozo pela comida se escasseia, o desejo de condicionar estímulos se converte em estruturas de inércia rumo a desagregação sensorial. O amparo é, portanto fundamental na relação com outro indivíduo.

O desamparo psíquico se apresenta quando vivemos na angústia de um isolamento quanto na presença de humanidade.

O bebê não chora só pelo leite, mas pela satisfação, que passa a se nutrir também psiquicamente. Ao se alimentar, a expressão do bebê é uma sensação de gozo e num segundo momento o bebê alucina pelo seio materno até compreender que o referente do objeto (seios) é outro ser: sua mãe.

Cada fase da vida pessoas transcreve para a fase seguinte. Quando alguém fala da infância faz se a transcrição do momento vivido na forma de um registro. Por conseguinte, se reconstrói o passado infantil que traz as vivências de lembranças que encobrem umas coisas e recordam outras.

Muitos momentos não transcritos pelo indivíduo sobre sua infância ficam intraduzíveis pela ausência de linguagem para gerar a memorização pela significação da experiência.

O mundo psíquico de um indivíduo difere de outro pela percepção diferenciada do seu olhar. A linguagem denuncia a posição do simbólico e também da situação em que o psíquico se encontra em um momento específico da vida de um indivíduo.

As vivências corporais geram traços mnêmicos que não se apagam muito e são capazes de reproduzirem os sintomas.

A fantasia remete ao desejo de forma reconfigurada na forma de sonhos diurnos, a desenvolver fantasias conscientes no estado de vigília. Por outro lado, os devaneios e sonhos ao dormir são fantasias inconscientes, ou seja, desejos inconscientes. As fantasias originárias são afetas ao passado originário de um fato em que processos de castração e sedução são incorporados aos elementos de maturação contínuo do pensamento.

Na interpretação de sonhos questiona-se o poder da sedução real ou indesejada por algum objeto, assim o centro do sonho passa a ser o insumo para a canalização do centro do trabalho psicanalítico.

Através de princípios de interpretação dos sonhos e possível servir de uma base para a reconstrução da infância através do processo de relato e fala, de recapitulação do infantil e do caráter lacunal em que as projeções do pensamento do indivíduo-paciente insiste percorrer.

Não do que aconteceu ou deixou de acontecer, mas na representação apreendida. Não da infância, mas sim do infantil.

O inconsciente é inesgotável, exista uma construção contínua de recuperação de emoções, sensações, pensamentos, elementos, pulsões,...E as interconexões permitem infinitas sobreposições na recriação e criação de insights.

E por mais que tente resgatar uma lembrança todo o procedimento se converterá em um resgate falho da real situação que desencadeou o fato, pois é sempre algo que poderá ser lembrado de forma multidimensional.

Então o indivíduo-paciente precisa falar, de preferência fazendo associações livres, para que mais associações surjam e lacunas onde se concentram buracos do passado possam ser identificadas. Assim a fase de tratamento permite inserir o maior número possível de conexões entre os elementos que são dispostos para que a compreensão de um fato passado possa enfim ser compreendida e pacificar a mente dentro daquilo que é capaz de gerar transtorno.

Sobre o infantil ancoram: a sexualidade infantil, a pulsão e o recalque. As consequências diretas sobre a psique é que as construções do psíquico são transformadas por sobre uma amnésia infantil. Então o psicanalítico investiga o traumático como um traço mnêmico por sobre a atemporalidade do infantil em que os elementos do passado retransmitem por sobre o comportamento presente. Assim a sexualidade infantil é outro traço marcante que ajuda na construção da subjetividade e não menos importante não deve ser desprezada da análise do psicanalista.

Então paciente e psicanalista passam a perceber o infantil recalcado que insiste em se fazer presente. Para melhor compreensão deste fato recomenda-se a leitura do caso do Pequeno Hans e sua forma de tratamento e o caso do Homem dos Lobos de 19818 (1914).

Assim a dinâmica infantil surge da interação do processo somático de constituição psíquica e interpretação da constituição psíquica obtida através do processo de análise.

Conclui a Doutora Dione de Medeiros Lula Zavaroni que o trabalho psicanalítico é um trabalho de ressignificação do conceito do infantil no instante da inscrição destes elementos como componentes de um movimento de livre associação do paciente que permite reconfigurar sua estrutura presente.


[TEXTO] 31/12/1969 21:00:00

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ROMEU ZEMA, PRESIDENTE DO BRASIL


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Utensílios: LEITEIRA E CANECA



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[TEXTO] 18/08/2025 13:50:35

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TESE: MACROPROCESSOS PARA A FORMAÇÃO COGNITIVA NECESSÁRIOS PARA ATIVAR COMPORTAMENTOS HUMANOS





[TEXTO] 11/05/2025 09:53:39

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ATO DE FÉ - RESENHA SOBRE O PSICANALISTA BION


Ato de Fé na visão de Bion

Baseado na Assimilação de aula da Professora Doutora Ana Velia Vélez de Sánchez Osella


"Respondeu-lhe o Senhor: Se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a esta amoreira: Arranca-te e transplanta-te no mar; e ela vos obedecerá" (Lc 17.6).


Fé é uma certeza que leva alguém a perseguir um conteúdo, reconhecido como um instrumento de manifestação do emocional superior, para um dia alcançar uma meta inatingível, de valor uníssono, um objetivo em sua vida. Onde a aproximação da realidade última, ou seja, da manifestação de uma verdade universal que seja o centro de um ensinamento, é o alcance do desejo do humano, que devido sua limitação consciencional apenas torna possível tangenciar um conhecimento, porque nossa capacidade restritiva apenas é capaz de absorver perspectivas de um fenômeno completo.

Como conteúdo a ser perseguido, o Ato de Fé é uma administração da %u201Cverdade%u201D em sintonia com um propósito de realização do indivíduo que constrói seu vínculo com o mundo em que está inserido.

Abro aspas, para dizer que, em sintonia com a Visão da Professora Ana Velia, é possível compreender a construção da Fé sobre o alicerce fisiológico, onde esta certeza é a constatação de uma frequência desencadeada no corpo de um indivíduo que passa a comandar o seu centro emocional, a desencadear sensações que o aproximam, o humano, de uma projeção que é a base para um vetor motivacional, que leva o indivíduo a se aproximar de seu estado de espírito de autorrealização. Como efeito de uma perseguição a um objetivo, ele se transforma em uma lógica de raciocínio orientada para a satisfação do indivíduo, ao influenciar as diversas instâncias de seu desejo, a fim de construir a identidade deste ser, que somente pode se aproximar da "verdade" devido os limites em que sua alma tangencia o absoluto regrado por transformações egoicas.

Assinala a Professora Ana Velia: "Ser humilde é nunca ter que pedir perdão". Então uma profunda indagação passa a tomar conta de nosso ser e de nossa atitude como seres humanos. Como se nos direcionasse a um convite para a cristalização de um Ato de Fé em que esta "certeza" deva nos guiar para nunca absorvermos um conteúdo que nos faça infringir a lei uníssona, para não precisarmos avançar nosso conteúdo sobre o outro de forma agressiva, porque a "verdade" não nos permite machucar o outro. E quando nos identificamos conosco mesmos, dentro desta lógica de afetação, é dever do ser, de manifestar o seu Ato de Fé em sintonia com o propósito coletivo.

Assim tachar o outro, ou mesmo rotulá-lo, seja no cotidiano, ou um médico em relação ao seu paciente, configura uma transgressão que deve ter o seu limite equilibrado em fatores de tolerância, amor ao próximo e respeito pela pessoa humana. Por isto é necessário buscar e procurar o equilíbrio que nunca será uma métrica perfeita, porque a vida flui de forma constante, e as mutações proporcionadas nas translineações da vida desperta a necessidade de uma contínua recomposição, para um ajuste constante do indivíduo, no sentido de uma eterna transformação do ser, onde ora configura uma crisálida, e no instante seguinte uma borboleta, para voltar a ser pupa e fazer do ciclo da vida uma configuração perfeita para se encontrar no infinito.

O Ato de Fé então é praticar uma certeza que não se prova, em que este recurso de não-utilização do apego material da razão, eleva o indivíduo em uma categoria existencial que aproxima do Absoluto.

Abro aspas, se sua Fé é centrada na ideação de um Criador, entenda Absoluto como uma expressão de Seu conhecimento, portanto, se a sua Fé está construída em torno e dentro de outros alicerces, compreenda esta estrutura como um simples exercício gerencial em sua mente que o faz encontrar ou aproximar-se com aquela certeza, que a retórica de teu conhecimento lhe permita hipoteticamente encontrar com um conteúdo, ao qual se pretenda atingir. Onde os fatores de temporalidade da linha de raciocínio, somente servem para distinguir fases e etapas do mesmo processo de construção da subjetividade do indivíduo, que leva este indivíduo ao encontro de seu ideal.

Porém, como afirma Ana Velia, o ambiente pode deslocar o componente egoico do indivíduo e fazer com que este chegue a um estado de demência.

Assim concluo, que é necessário além do Ato de Fé um agir consciente e constante, para a inflexão do pensamento, que leva a construção do indivíduo, a permanência de seu estado de espírito de iluminação ou autorrealização.

Assim, ao concluir Ana Velia que o ego quebrado faz entrar o indivíduo na patologia, me faz racionar que ela, ao sintetizar que, a interferência do meio sobre o indivíduo torna o indivíduo condicionado, devido sua displicência em não observar a influência dos fatores universais sobre si mesmo, interrompe um regramento, que, é a base de constituição deste indivíduo. Onde pode-se fazer uma analogia sobre a corrupção da Fé deste indivíduo no qual a sua conexão com o uníssono fora perdida.

Então quando o indivíduo carece de cuidados quanto a seu funcionamento psicológico é necessário recorrer ao seu passado, para trabalhar vinculando-o nas diretrizes de representação do agora, no como é integrado na percepção do indivíduo o %u201Choje%u201D. Neste caso o fator de reconstrução e reconfiguração da memória faz determinar os fatores que deslocam a afetação e a ansiedade do indivíduo, para recolocar o seu desenvolvimento dentro de sua condição de Fé existencial, de onde não deveria ter saído, pois a constatação do sofrimento, é suficiente para determinar que o seu não-vínculo com o uníssono, é a causa de toda sua dissintonia da produção de sua dor interna.

É preciso ter disciplina para aprender a ouvir o outro. E este é um dos papeis fundamentais de um analista disciplinado para ouvir seu paciente. Onde o ouvir exige que o observador não possa estar distraído com a memória e o desejo.

Estar distraído com a memória seria o mesmo que resgatar um conteúdo interno de um outro para si, como sendo uma %u201Cverdade%u201D em que passa a configurar a psique do indivíduo que observa, em outras palavras é o mesmo que trazer um conteúdo de sofrimento e incorporá-lo como %u201Cposse%u201D e/ou %u201Cpropriedade%u201D sua e fazer desta incorporação um Ato de Fé em que se intenciona seguir, inapropriado para o objetivo pessoal de quem efetua a análise do verdadeiro indivíduo que sofre.

Por outro lado, estar distraído com desejo, leva um observador a perseguir um objetivo identificado. Que pode ser uma construção subjetiva que não está alinhada ao conteúdo de uma %u201Cverdade%u201D construída a real necessidade de um indivíduo que observa.

Da mesma forma, estar distraído com o discernimento ou razão, promove o distanciamento do indivíduo que é observado. Porque o analista passa a não observar o espaço para integrar o novo que está sendo evidenciado pelo paciente, e a rotulação surge como uma tratativa de incorporar ao indivíduo que sofre uma padronização de comportamento que não chega a desencadear a solução para seu real conflito.

Abro aspas, tanto memória, desejo e discernimento, da mesma forma que podem ser controlados para não afetar negativamente um analista, para o desenvolvimento de uma forma de proteção, podem ser incorporados à visão do paciente para que ele construa sua subjetividade longe do vínculo com este princípio de saturação, e recobrar seu direito a uma cidadania incorporada aos valores sociais.

Se a atenção está voltada para o observador uma análise será um desastre do ponto de vista observacional, no entanto se estiver voltada para quem solicitou o auxílio, estando consciente o observador e dotado de técnica, seu aprendizado poderá reverter na diminuição do sofrimento de quem pede por socorro.

Nós temos terminações nervosas no corpo inteiro, e a sensação dolorosa é um ato de Externalização da zona que carece de cuidados. E a administração da %u201Ccerteza%u201D faz o indivíduo perseguir, ou a se propor a fazer com que o indivíduo persiga, no alcance de um objetivo definido. Portanto, o Ato de Fé instancia o indivíduo a limitar a sua dor quando este está em sintonia com seu propósito de vida. Porque se segue aquilo que verdadeiramente de ostenta perseguir. Em outras palavras, faz refletir coerência e coesão com o propósito existencial de um indivíduo.

Por isto na construção da subjetividade é muito importante, o indivíduo se identificar com a tolerância e a humildade. Porque o apego excessivo com sua experimentação, torna a experiência do abandono, um alicerce terrível que leva ao raciocínio do apego, fazendo com que o indivíduo canalize sua expectativa para se distanciar de sua vivência dolorosa, como se projetasse o argumento: %u201CEu não vou viver isto novamente.%u201D; Então a violência é utilizada como subterfúgio para não transformar o seu Ato de Fé em uma retórica abalável. Porque o indivíduo que intenciona perseguir sua autorrealização e luminescência pode ser condicionado a uma estrutura reativa toda vez que vê seu objetivo pessoal destruído por fatores existentes no ambiente.

Então a covardia (busca da terrorização), alimentada pelo temor de aniquilação da existência e/ou dos paradigmas que a sustentam são motivadas por fatores de frustração encadeados na forma de transformações do pensamento, reflexo da adulteração que o indivíduo observa estar sendo atingido em relação a sua história de vida.

Assim, Ana Velia, chega à conclusão de que o grau de tolerância é ampliado pela contínua satisfação que vicia o indivíduo em estruturas de estabilização, num estado de afetação que gera uma contínua necessidade de afetação deste indivíduo.

Se você é capaz de transpor o aprendizado acima, será capaz de compreender este mecanismo de afetação ao compreender a estrutura de uma mãe ao perder o seu filho. E verá que será levado a integrar parâmetros filosóficos quanto à simbologia que nos fazem guiar como alicerce de um amor supremo e fraternal. E a levar ao raciocínio de como esta transferência amorosa de um para outro pode nos afetar de forma densa, a deslocar nosso condicionamento toda vez que o mundo real difere de nosso ideal construído, vir a abalar nosso Movimento ou Ação de Fé sobre este arquétipo.

Surtindo como efeito, uma necessidade de ajustar conceitos, quanto a confusão que um indivíduo poderia fazer dos ideais em termos de %u201Cestrutura%u201D, %u201Cposse%u201D e %u201Capego%u201D.

Bion fala para sermos mãe e desenvolver uma capacidade intuitiva em que esteja inserido uma capacidade para interpretar, de ter insights, de ajudar o outro,... Ser toda uma habilidade desenvolvida, assim como ser um piloto de avião em que se configura uma dedicação total para com o ser, que se cuida. Então leva a questionar de onde uma pessoa é capaz de tirar energia para administrar todo este vasto conteúdo simbólico? Da forma em que os indivíduos passam a se configurar na estrutura de trabalho?

A raiva impede o indivíduo de enxergar sua conexão espiritual com o mundo, ela deixa a mente inquieta e serve de alimento para criar a dissintonia para o abismo e para o sofrimento.

Nem sempre estamos condicionados à produção de pensamentos, a própria rotina de afetação da angústia, passa a nos afetar em termos de transição fatores que levam ao sofrimento.

Fazer psicanálise é não fazer uma entrega que seja apenas um vínculo de fundo religioso. É integrar todo um conhecimento para devolver o indivíduo segundo suas crenças e convicções à sociedade de forma que possa se corresponder as necessidades que o coletivo consegue absorver deste indivíduo, estando ele integrado a uma habilidade que possa ofertar à sociedade como uma correspondência individual para seu agir consciente, em relação aos seres de sua mesma espécie.

Você tem que ser bom, e não mostrar que é bom. Falar é prepotência, pois torna-se apenas uma demonstração de que se está além do outro que caminha em partilha de experimentação emocional de vínculo momentâneo em que a paridade de objetivos, torna a necessidade deste vínculo ser uma estrutura consciente, em que todos os indivíduos devam ser tratados em igualdade, dentro de um sistema compartilhado no espaço tridimensional, junto contigo.

É preciso observar o outro além do tom da voz, em que se cristaliza o conceito que eleva ao Ato de Fé de como o outro se comporta.

Ser guiado pelo sensorial é um relacionamento como o O, ou seja, a realidade última, inatingível e irreconhecível. Onde a origem, é o centro de coordenadas cartesianas de um vetor (x,y) impossível de ser conhecido, pois conforme exposto anteriormente, temos a capacidade de tangenciar a %u201Cverdade%u201D devido nossa limitação egoica e a complexidade em que a realidade é apresentada no ambiente, que interfere na nossa capacidade de retenção das informações, nos permitindo apenas absorver %u201Cmeias-verdades%u201D, ou seja, segmentações de uma %u201Cverdade%u201D que a construímos integrando um quebra-cabeça, quando nos dispomos através de um Ato de Fé perseguir um conteúdo para integrar todos os aspectos variantes de um modelo de pensamento para compor a realidade que seja mais próxima possível do uníssono.

A ilusão serve para fazer caminhar o indivíduo em um movimento em constante expansão. Sempre temos que dar o direito do outro da transposição do vínculo ligado ao regramento relacional, em que só devo dizer que o O não é reconhecível. Sua mente deve ser expansiva o suficiente para fazer as conexões anteriores desta exposição para fazer chegar em sua mente os entes relacionais que a expressão do O exige que você construa a sua %u201CVerdade%u201D ou seu encaminhamento para sua %u201CIluminação%u201D, que não está inserida em sua memória, mas numa construção ligado ao Ato de Fé que te fez deslocar sua intensão de leitura até este ponto do texto. Então é hora de praticar onde o seu entendimento está te encaminhando, para o sofrimento ou para a realização?

O O se combina com uma %u201Cinvariante%u201D. Onde a dica é dizer que somos constituintes de uma parte de atribuições cognitivas fixas e outras que variam em torno de métricas ambientais. O que somos nós? O que há em nós que não vai variar e o que varia nos outros?

O princípio descrito por Bion como at-one-ment-com O reflete uma interação em torno de uma unicidade em união em torno do uníssono. Em que se pretende unir-se ou fundir-se a uma realidade desconhecida, ou que não sabemos, para se alcançar a graça do conhecimento. É algo novo, a ser encontrado, que reflete sobre o agora, e que não tem retorno na visualização de um alcance. (Frase para meditação).

O nível de consciência que um indivíduo deve estabelecer para si, deve refletir a profundidade com que ele se adere a percorrer por ensinamentos sobre conteúdos distintos que incorporem o conhecimento. É necessário adquirir maturidade para percorrer esta senda do saber, pois o avanço da consciência é um estímulo ao crescimento, à transformação, e você pode mais que isto, que é hoje, por isto se constrói um momento perceptivo mágico que não volta mais, em que se constrói um vínculo dependente do outro. Por isto o at-one-ment-com O aproxima-se do conceito de empatia, mas por nunca ser tocado, é necessário a experimentação dos entes %u201Cvariantes%u201D e %u201Cinvariantes%u201D que desencadeiam um fenômeno. E esta conquista não é para o agora, é um trabalho que deve ser realizado continuamente, em que o indivíduo deva percorrer um objetivo em torno dele, em que sua Fé está condicionada.

Então é preciso praticar a filosofia com a estrutura de tempo (devenir), para você ao longo do seu processo de exercício de seu Ato de Fé, proporcionar a si, a manifestação do seu livre-arbítrio que as manifestações do seu pensamento condicionam a sua concordância na perseguição de seu objetivo pessoal, que se espera integrar com o objetivo do coletivo. Sendo este devenir, a mutação de um estado permanente de vir a ser algo, a cristalizar o humano. Onde Ser é objetivo; e Fazer e Ter são ferramentas do ser. Sendo necessário ao longo de um percurso, se distrair com coisas que a médio e longo prazo promovem a sensação de vazio.

O at-one-ment-com O também impede de chegar a união. No chamado para ouvir a Ser, todos são chamados, porém muitos adormecem. Alguns vão por amor, e ainda tem que ser escolhidos. A comparação é feita para se justificar, pois o vir a ser é diferente. Quando aprendemos a lidar com a angústia aprendemos a ser. Portanto só a Fé não leva ninguém a realização de seu objetivo mestre. É necessário um algo mais que está contido dentro de cada indivíduo em que este processo de %u201Cautoescolha%u201D deve ser iluminado para a constatação do necessário para percorrer o caminho escolhido pelo indivíduo em seu Ato de Fé.

Por isto a civilização necessita sempre de novos questionadores. Nós temos um compromisso para com a humanidade, é necessário um esforço para crescer e para fazer crescer. Não podemos ficar sempre em volta da lição do infantil, ...

De que adiantaria você encontrar apenas pessoas que passam a mão em sua cabeça? Temos que aprender a manejar um conteúdo de vida.

O at-one-ment-com O é uma união com Deus, como o conhecimento. O O é nada conhecido, mas se relaciona com o outro, ... no ponto de conexão (Frase para meditação). Na verdade, não sabemos o que é que fazemos num esforço para ser. Bion fala muito de funcionamento mental num raciocínio de que somos iguais e em princípios de afetação diferentes.Bion espera que seu trabalho não seja convertido em uma devoção que leve a canalização de seguidores, porque isto iria aprisionar a essência humana a um vínculo fictício de sua imagem.

No caso de uma mulher que dê à luz a trigêmeos univitelinos, ele diz que todos os filhos não são criados pela mesma mãe, porque o momento desta mãe para cada filho difere a reproduzir diferentes princípios de afetações distintos reflexos de diferentes estados de espírito que se manifestam a cada momento.

Para Melanie Klein o bebê inveja a mãe, um leigo ao entrar em contato com a informação pode ser levado a inferir ao usar sua memória, entendimento e desejo, a percepção do at-one-ment-com a reduzir a sua linha de raciocínio a afetação de pensamentos que elevem o preconceito, e gere uma disparidade entre o real conhecimento que a pensadora esteja tentando disciplinar como mecanismo de observação.

E mais grave torna ainda quando as desinformações dos desdobramentos de sua teoria permitem visualizar que o primeiro filho é essencialmente invejoso em relação a sua mãe e que os seguintes passam a se alternar entre a inveja e o ciúme recíproco devido o fator interativo entre eles no vínculo com a mãe. Imaginem Freud quando expôs a compreensão dos seres humanos a partir de sua conexão homogênea cuja dimensão escolhida fora a sexualidade?

Na multiplicidade de interações entre indivíduos deve existir um nivelamento do nível de exigência de um em relação à necessidade do outro, sendo os desníveis oriundos deste processo metafórico de nivelamento da necessidade grupal. Por isto é fundamental que cada um ouça a sua própria intenção quando se planeja imprimir algo no nível existencial, isto contribui para que a programação de vida ajuste o indivíduo a sua necessidade real, saindo do endosso a cristalização do ilusório. Isto quando estamos muito no racional calcado nas impressões sensoriais, para canalizar toda a energia àquilo que deve realmente ser expressado (Feeling).

Todos nós sabemos que dois objetos não podem ocupar o mesmo lugar no espaço. A mente preocupada com elementos expostos através dos sentidos, fica menos capaz da percepção dos sentidos. Dentro desta linha de raciocínio, a ansiedade pode ser tocada ou sentida. (Meditação)

Não porque um exercício seja bom para um indivíduo, que seja bom para todo mundo. No mundo interno de um indivíduo ninguém tem o direito de tocar, para deste contato, vir a desencadear um prejuízo consciencional ao indivíduo que fora violado.

Memória é posse. É importante que um paciente ou indivíduo sinta-se livre em relação ao analista ou observador. O analista é uma voz para o paciente, assim como o observador é apenas um ente na visão de quem pratica uma ação, desconfigurado e não setado em sua memória, porque se houvesse vínculo, estaria o relacionamento entre as partes sofrendo afetação, o que não é bom quando o objetivo é absorver o outro para ajudar e não fazer parte de sua afetação.

O futuro já é na mente do paciente ou de qualquer outro indivíduo. Assim como os desejos possuem a mente. (Meditação). Portanto investimento emocional é superior a qualquer investimento financeiro. O oposto da inveja é a admiração.

Ana Velia argumenta com um exemplo lúdico sobre um homem que reclamava porque tinha um problema fisiológico de fazer coco nas calças constantemente. E este homem sendo levado a um profissional psicólogo para compreender sua angústia e sofrimento, em virtude dos fatos, consegue estabelecer uma relação causal, em que seu vínculo para com seu distúrbio ganha outra conotação, e como resultado passa a se livrar do problema que o perturbava, embora o ato de fazer incontinentemente coco nas calças persistira por uma impropriedade fisiológica de seu organismo. Então uma profunda indagação surge: vale apena mesmo sofrer por tanto tempo por algo em que possa ser solucionado pelo entendimento de sua afetação? E quando se fala em entendimento, não está sendo relatado o entendimento que leva o indivíduo a ampliar a sua relação de sofrimento para com o mundo saturando sua mente, mas sim, o entendimento que levará o indivíduo a se encontrar com o seu alvo na transposição de seu compromisso em relação ao seu Ato de Fé. E esta compreensão somente jorra sobre o intelecto de um indivíduo quando a comunicação entre duas pessoas segue uma linha comum num nível coloquial, em que o advento da comunicação não sofra uma ruptura de entendimento.

O sentimento do indivíduo está por trás daquilo que ele está contando, em que suas sensações, de seu sentir injustiçado, do algo que incomoda, faz encontrar aquele fato que é alvo real de uma observação, seja na vida comum e prática ou num setting de um consultório psicanalítico.

É preciso estar atento ao estado emocional das pessoas que estamos nos relacionado, e na posição de se prestar ajuda, não se vincula, para um analista tratar o indivíduo na introjeção de uma boa conversa.

Quando num relacionamento em que a comunicação se forma, quando uma das pessoas está confusa, o elo que funde a integração do que é transmitido faz mudar o foco para materializar o conteúdo que se deseja contratualizar-se saturando a capacidade de pensar.

Bion usou palavras novas fugindo das palavras antigas porque o conhecimento antigo já dava profundas mostras que já estava completamente saturado de conhecimento no meio psicanalítico, não permitindo o novo ou a inovação.

Fraternalmente,

Max Diniz Cruzeiro

LenderBook Company


[TEXTO] 07/06/2025 14:32:06

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DIREITOS DO HOMEM


Capítulo 1 %u2013 Determinação Provisória do Conceito de Direitos do Homem

Se questiona sobre os direitos do homem e se chega a conclusão do estabelecimento de prerrogativas concedidas ao indivíduo, que permite dotar um indivíduo com dignidade dando garantias privadas e invioláveis, com caráter intransponível frente as necessidades e os poderes dos Estados. Fala-se de liberdades fundamentais. De um espaço de direito protegido do indivíduo frente a influencias do poder estatal. Onde evoluiu um pensamento de direitos na Declaração dos direitos do homem e do cidadão (26 de Agosto de 1789).

Onde se institucionaliza um poder judiciário discriminante e arbitrário sobre condutas que se atentem contra a vida e a liberdade de outrem. Onde o interesse social parte de uma necessidade de controle, limitada ao retorno da legalidade.

Trata-se de diretrizes gerais que permite aporte jurídico para fatos humanos que possam ser parâmetros contra o despotismo de um Estado. E ser o sistema Jurídico arbítrio que permita um indivíduo apelar contra a usurpação do poder estatal ou de outra parte que lhe retire direitos.

Se traz para a foz do intelecto o amparo de direitos do homem que se desdobram e comunicam com direitos econômicos e sociais. Onde se limita as ações do Estado e reforça o Estado nas ações de legalidade.

Busca-se filosoficamente testar direitos dentro de um conceito ambivalente entre o exercício do Direito no campo privado e o exercício do Direito pela influência Estatal (o indivíduo e o Estado).

Estabelece-se na noção de Direitos a legitimação do poder a fim de respeitarem os direitos humanos. Muito contribuiu neste sentido as Declarações dos direitos americanos e franceses do término do século XVIII.

Quanto à Esfera Privada os direitos do homem circularam entre correntes religiosas e ateístas.

Onde filosoficamente a filosofia fazia emergir pensamentos subjetivos dos direitos do homem a partir dos contrastes seculares da ambivalência das Religiões Tradicionais. Surgiu uma filosofia individualista e a necessidade de estabelecimento de contratos sociais sob a ótica do racionalismo jurídico.

No Estado de Natureza o indivíduo é percebido in natura ignorando a autoridade política de um Poder de Estado. Dessa relação natural é possível criar o polo para surgir conceitos de uma filosofia individualista da liberdade e igualdade. A base é uma hipótese de organização do poder legítimo. Onde o contrato social é uma formação de uma estrutura de relações (padrão) onde permite percorrer um sentido jurídico do que possa ser permitido da relação que legitima a liberdade e a igualdade.

Do outro lado, em outro polo situa a origem real dos Estados de direito contemporâneos castradores das violências e conquistas, necessário para ser o vínculo em que o contraste se forma da relação bipolar entre indivíduo e Estados.

Quando se viola as liberdades fundamentais, a partir desta relação e construção subjetiva o Estado se torna despótico em que se torna necessário restrigir o cidadão frente à percepção de ativação de um sentido de opressão, onde este entendimento surge a partir da Declaração francesa de 1789.

Dentro do Padrão (relação contratual) o contrato social estabelece um rito subjetivo e objetivo de consequências em que se estabelece a lógica de utilização das liberdades e igualdade frente as necessidades de poder da autoridade política. Onde é possível filosoficamente gerar implicações sobre o estado das coisas.

O Estado, por sua vez, estabelece um rito de funcionamento através do Direito Natural onde os interesses subjetivos protegidos são impostos por meio de legislaturas. O Poder passa por uma transformação segundo o princípio da separação de poderes como princípio central da filosofia dos direitos naturais do homem. Onde o Estado passa a ser um monitorador de violações de um sistema jurídico institucionalizado na forma e vínculo de leis.

O contraste surge, conforme descrito antes dentro de outra relação do contraste entre o direito natural e direito positivo.

A estrutura do poder imposta pelo direito positivo dependia da forma de percepção das estruturas estatais de direito, ou se: monárquico, aristocrático ou democrático. Onde a relação de fato contratual é a métrica jurídica que comparada ao direito positivo se permite chegar a conclusão do Estado como despótico ou não em sua relação jurídica. Por outro lado desta relação de contraste se percebe observar uma tendência inflacionada e imoderada do direito natural que avança sobre o direito positivo em que se estabelece a ferir direitos subjetivos de outros da relação democrática majoritária.

O direito positivo é percebido como a expressão de uma maioria democrática estabelecida à luz dos direitos do homem pela crise contemporânea do direito natural.

O Contrato Social é uma convenção onde o estado de natureza percorre fatos determinantes onde o direito natural pode alcançar a base do direito positivo a fim de estar absolutamente garantido de sua relação de direitos humanos fundamentais da sua relação social e econômica.

O contrato ao estabelecer a relação gera um efeito bilateral (sinalagmático perfeito) estabelecido por uma razão jurídica e tutorado por uma autoridade artificial substanciada em uma obrigação absoluta de objetivo determinado. Onde as relações naturais ficam protegidas quando ocorre a incidência de Conflito entre as partes que se correlacionam. Onde se busca a alienação de uma parte da liberdade absoluta do benefício na relação de estado de natureza como determinante da relação jurídica contratual. Para onde a relação de benefícios deve estar circular dentro do direito positivo.

A relação de direito fica contida na relação de forças da previsibilidade própria do estado de direito que não usurpa frente ao poder positivo para ferir liberdades e igualdades.

No contrato se evita a ambiguidade para limitar as tensões maiores do pensamento liberal, onde a falha humana pode ser uma hipótese arbitrária validada que deve ser monitorada frente o poder do Estado de Direito. A precisão das cláusulas é fundamental para a incidência da lei para estabelecer direitos à proteção da sua vida, da sua liberdade da sua propriedade, os limites da obediência e o rito das obrigações.

Se a pessoa jurídica instituída agir de maneira tirânica (despótica) a relação jurídica resguarda o retorno da institucionalização da forma correta de governar. Se utiliza o próprio direito positivo para regular quem dele usurpa sobre as funções de Estado.

Onde as cláusulas contratuais estabelecem os limites que a pessoa jurídica pode exercer uma função a seu respeito da legitimidade ao poder. Só o contrato e o seu respeito dão legitimidade ao poder.

O racionalismo torna válida a relação de direito sobre o foco da evidência, circunstanciada sobre o Fato produto de uma vontade, onde a lei artefato de segurança e liberdade, estabelecida pela maioria democrática, onde é levado em consideração dos direitos fundamentais da pessoa humana, serve de medida que leva ao artefato de subjetivação encontrar a prerrogativa essencial ligada a essa natureza, calcada nos direitos do homem, a pacificação junto as regras positivas frente a manifestação natural humana. Onde a visão do todo é percebida na relação de direito dentro de um efeito universalista que a lei se propõe ás luzes da nossa razão estabelecer direitos, obrigações, deveres e limites.

O princípio universal gera sintonia entre as necessidades do particular e do coletivo. De um lado a natureza (o indivíduo) do outro o coletivo (as leis universais democráticas) onde o sentido Ético formado da relação entre bem e mal estabelecido pela Religião permite flexionar a razão sobre as regras positivas (individualismo-universalismo) aflora uma decisão que leva em conta os direitos fundamentais sob a validade contratual.  

Capítulo 2 %u2013 A finalidade formal dos Direitos do Homem: a luta contra o arbítrio

Os Direitos humanos a alocado para banir o absolutismo ou arbítrio do poder, como uma medida de proteção as mudanças de humor de alguém que atribui a si a tirania na função de exercício do poder através do Estado. Onde o governado sofre o arbítrio dentro dos laços de segurança jurídica na definição de traços que afetam a lei.

O governado deve ser previamente sabedor da fronteira do lícito e do ilícito para implicar sua vontade na forma de estrutura de decisão sob efeito do conhecimento de causa. Para que este se institucionalize e se motive a se estabelecer na ordem na realização do ato lícito, na obediência dos comandos do direito positivo. Onde a marginalização é a transgressão. A lei portanto não é ignorada (medida de precaução) quando o indivíduo se habilite em pela capacidade na manifestação de sua vontade de responder pelos seus atos.

O juiz (Pessoa Jurídica) dote sobre si mesmo poder de império (decisório final), no ato de julgar, as pressões do executivo ou de quaisquer outro poder, oficial ou oculto, para efeitos de aplicação da lei dentro da relação justificada. Onde é permitido no processo jurídico o suposto saber da ignorância a conteúdo que fira interesse.

Onde se presa pela Ética e a Conduta do Magistrado que gera sobre si mesmo o argumento de independência e imparcialidade, onde não coexiste a relação de dependência com outros poderes instituídos para que um conjunto de pressupostos jurídicos estabelecidos gerem garantias de direitos fundamentais humanos.

Da relação de contraste o Magistrado se utiliza de uma regra que foi decretada entre o ato praticado e o julgado, por meio de conhecimento da ação que a ciência torna necessário a aplicação da lei. Se estabelece o princípio da não retroatividade das leis, onde a lei se estabelece após o início de sua validade.

Portanto, a regra anterior ao ato cometido é uma proteção de sentido jurídico. Sendo portanto uma regra pública. Que se institui como um compromisso do poder assim constituído. Onde o poder pode mudar suas regras quando a razão democrática se estabelece à luz dos direitos humanos.

Sobre o Juiz pesa a tendência natural de reflexão sobre os códigos jurídicos. Sobre este pesa o princípio de isenção de fator Cultural e Religioso. Como também ser Cônscio e Guardião (no sentido de ser fiel a lei) da Lei. Onde os direitos do homem sempre são observados sobre os vereditos.

Os Juízes são orientados para estarem em harmonia com a necessidade do universo, em frente as necessidades que diminuem as chances de sobrevivência de nossa espécie humana do planeta terra. Onde o Tempo é levado em consideração que não interrompa elementos essenciais para o contínuo a fim de devolver a ordem e o desenvolvimento na medida certa da necessidade de perpetuação da espécie.

Aos Juízes se procura limitar a imprevisibilidade e a imprecisão dos vereditos. Que deve guiar a consciência de Magistrados para o Estabelecimento da razão caucada na Absoluta Verdade em que os fatos são apresentados ao sistema jurídico.

Sendo requerido a utilização da memória dos homens ou em documentos materiais ou em quaisquer suportes. Onde o Magistrado valida somente os comportamentos de atitude lícita, e marginaliza (penaliza) os comportamentos de atitude ilícita.

O indivíduo que supõe perder a sua relação de direitos pode junto ao Magistrado invocar a sua memória subjetiva, a sua memória particular e estar sujeito a um arbítrio dentro dos parâmetros e regras das leis estabelecidas sob a supervisão do Juiz.

Onde o sistema jurídico permite a alteração da interpretação de fatos na métrica do tempo. Se evita o totalitarismo das ideias que ferem os direitos do homem.

A lei se estabelece como uma medida de proteção (segurança jurídica) que evita que o totalitarismo se instale e fira os direitos do homem.

A inteligibilidade (uso do pensamento racional aplicado a inteligência) é a justa medida que precede o parecer de um Magistrado que ao corresponder com as exigências de indivíduos quanto aos direitos do homem tentar tirar o ser humano da luta contra o arbítrio. Onde sempre é levado em consideração a temporalidade jurídica.

Logo a problemática contratualista surge como uma medida auxiliar aos direitos do homem de retorno a legalidade através da normalização do direito natural em face do racionalismo.

O contrato implica a ideia de compromisso e fiscalização de obrigações como cláusulas de uma convenção circunstanciada na memória dos homens a fim que se estabeleça a razão lógica que retira do espectro jurídico o codificante de tirania.

   Capítulo 3 %u2013 A Finalidade Substancial dos Direitos do Homem

A irreversabilidade do tempo é o fundamento filosófico do ideal da segurança jurídica que assegura o avanço do poder arbitrário que ancorada pelos direitos do homem requer ainda de amparo contra a relação de árbitro. Onde torna-se necessário as partes tomarem ciência do conteúdo das regras para que se retorne a normalidade jurídica. Cabendo como fundamento jurídico lançar a validade pedagógica dos argumentos sobre os artefatos racionais, de forma prévia, para que o efeito da lei se justifique sobre os atos praticados. Isso garante a segurança jurídica da coisa perfeita e da coisa instituída com perfeição.

O Magistrado torna-se o poder imparcial de justiça para dar garantias de Arbítrio (Poder do Príncipe) que se limita a não se utiliza da não retoatividade das regras.

A lei prevê discriminação entre coletivos, ao desrespeito por uma regra geral decretada pela autoridade competente.

A dimensão formal em que as leis se estruturam garante a igualdade em relação ao direito do homem que se estabelece preventivamente contra vícios ligados ao sistema jurídico no estabelecimento de regras positivas. Onde torna necessário juridicamente precisar o conteúdo dos referidos direitos naturais. Isto também assegura a proteção dos indivíduos contra o arbítrio. Os direitos do homem servem, portanto, fins mais amplos que o a da luta contra o arbítrio.

A PRIMEIRA GERAÇÃO DOS DIREITOS DO HOMEM se estabelece em torno das liberdades fundamentais que foi formatada a partir do contraste entre as diferenças de classes do século XVIII que foram suficientes para definir as regras de comportamento social para os séculos seguintes.

Nesta primeira geração teve-se cuidado de se preservar os interesses do sistema produtivo face as necessidades individuais (esse foi o contraste utilizado naquela época). O individualismo fora percebido naquela época a partir do diferencial entre trabalhadores e empresários. Era um duplo individualismo de primeira fase que se pensava estabelecer uma lógica moral e social que o sistema produtivo pudesse prosperar diante de sua missão de desenvolvimento planetário.

Deste pensamento brotou conceitos no mental sobre liberdade de circulação, respeito a personalidade, liberdade de consciência e de expressão em que se construiu a essência destes conceitos e conteúdos complexos. Que foram mais percebidos como direitos conquistados pela maioria, que eram tratados pelo termo: trabalhadores.

No outro polo os Empresários do Século XVIII avançaram a racionalidade sobre a lógica de comportamento que gerou a estatização dos seguintes conceitos e conteúdos: direito de propriedade, direitos políticos (direitos do cidadão), limitados quando à liberdade de associação (no sentido que era proibido se associar para aniquilar empresários e coletivos), e conceitos de liberdade fundamental.

Desta relação se institucionalizou a obrigação do Estado frente aos Arbítrio do Poder, na manutenção do progresso e do sistema produtivo na relação entre povo e empresários.

A SEGUNDA GERAÇÃO DOS DIREITOS DO HOMEM primou pela não intervenção do Estado sobre a população e sobre o meio empresarial, na visão integrada deste período de sociedade.

Surgiram dessa fase os direitos econômicos, sociais e culturais tais como: direito à saúde, à educação, ao trabalho, à segurança social, a um nível de vida decente e outros. Desta relação se gerou a exigência ao Estado por parte da população sobre a construção de hospitais adequados, acesso a medicina, escolas em número suficiente e professores remunerados coletivamente, intervenção do Estado na vida Econômica e despesas sociais tais como taxas e impostos.

A TERCEIRA GERAÇÃO DOS DIREITOS DO HOMEM surge como os direitos amplos e difusos estendidos para todos relativos à paz, a um meio ambiente protegido, a um desenvolvimento harmonioso das culturas e outros direitos deste nível. Que passou a depender cada vez mais de relações jurídicas contratuais que gerava cada vez mais exigências de estabelecimentos de limites e obrigações e direitos entre as partes para que o direito de Terceira Geração pudesse fusionar em leis positivas. Se solidificou nesta fase a retirada da figuração de titulares, de objeto e da presunção de exigência de oponibilidade e sanção face ao direito de interpelar em uma instância jurídica que foram cunhados com o direito de primeira e segunda geração.

No direito de primeira geração o critério de decisão dos Magistrados, como visto antes era a mente se configurar em resposta ao conceito de despotismo. Na segunda geração o critério de decisão dos Magistrados, a mente se configurava em resposta ao conceito de perda da igualdade perante a lei. Já na terceira geração o critério de decisão dos Magistrados, a mente se configurava em resposta ao conceito de preservação do contínuo da espécie (Big-bang).  

 Capítulo 4 %u2013 O âmago Filosófico do Tema: de Platão ao Estoicismo

  As diferentes gerações de liberdades tentam contornar as abordagens dos direitos do homem.

Onde é preciso colocar na consciência instruções de referência: individualismo, estado de natureza, contrato social, direito natural, racionalismo, irreversibilidade do tempo jurídico, e novos direitos do homem e sua evolução.

Do pensamento grego se abstrai a tentativa de legitimar o poder político apelando à razão dotada de valência que permita empoderar o código jurídico em contraste com o fato estruturado que possa gerar através de presunção de Verdade que o fato deve ser ancorado há algum artefato de lei enunciada ou expressa. A liberdade é amparada pelo direito, graças ao conhecimento, naquilo que o liberto não produz efeitos que geram malefícios ou portanto, geram antagonismos aos direitos do homem.

De Platão surge a noção que se destina a qualidade do espírito que cada indivíduo deva se ocupar em uma noção de lugar para a geração da melhor harmonia possível. Com vista a garantir as igualdades fracionadas nesta noção de lugar.

Porém, é necessário cuidado, em trazer à tona conflitos que foram cunhados no passado para a consolidação de artefatos jurídicos como argumentos válidos de construções pós- contemporâneas. Não trazendo assim a posição privilegiada de um indivíduo no seio do Todo daquela época, como uma subordinação às exigências deste último no agora.

Então a noção de contrato estabelece regras para uma possível associação de indivíduos. Onde a problemática passa ser situacional ao padrão estabelecido de regras da formação de contrato onde a relação entre benefícios e malefícios se estabelecem em vantagem e desvantagens para as partes que cumprem e descumprem as regras racionais estabelecidas entre todos os signatários. E o Estado em sua noção de poder Jurídico é responsável democraticamente, pelo princípio maioritário da democracia, a estabelecer as regras e as fórmulas de pacto de conflitos.

As cláusulas do contrato social passam a ser a métrica controláveis pela lei onde a Autoridade política é sua fiel depositária. Surge um princípio racionalista de legitimação e um modelo contratualista obediente a um princípio maior que é o artefato jurídico que disciplina as regras de contrato social dentro da matéria em que as partes que se vinculam necessitam se associar em pelo menos uma atividade humana que deve estabelecer limites para não burlar os direitos do homem.

De Aristóteles emergem a necessidade de se instituir um Órgão de decisão prática para as demandas do homem, para gerar efeitos jurídicos a partir de uma identidade racional. Onde através da política surge um efeito de arte de exposição de conhecimento das partes que comutam necessidades de pacificação de conflitos humanos sempre ligadas a situações concretas, à irredutibilidade do acontecimento singular.

Uma tal diferença de concessões cuja racionalidade implica em mudança de atitude face à retórica. Para que as partes compreendam o que de fato gerou necessidade de penalização diante de um artefato jurídico processual.

Onde se é levada em consideração a escolha ético-política, quanto a noção de ERRO que se aplica ao contraste em relação a estatização de uma regra universal para todos que ancora o direito do homem.

Da cosmologia de Aristóteles se apreende a necessidade de correspondência circular que sair dentro dos limites é uma transgressão a regra instituída.

O movimento que torna possível circular e produzir efeitos dentro de uma área são reguladas pelas necessidades, mudanças diversas e pela contingência. Assim, o desvio cosmológico se justifica e se chama como uma transgressão a regra institui.

É permitido a retórica gerar um significado novo, para implicar-se juridicamente frente as demandas de oposição entre saber teórico e opinião do indivíduo. Onde o legítimo e ilegítimo, era nomeado como racional e irracional. Onde se estimula a boa ação (uso do benefício) centrado em processos de racionalidade e não perda da razão. Se buscava limitar os efeitos da desigualdade da perda da estabilidade da Cidade, que segundo Aristóteles era a virtude para um governo solidário. A cidade percebida como a Ordem do mundo resistente a lógica do despotismo, à opressão, que na visão oitocentista, é seguir o que hoje se chama de direitos do homem.

De Platão emerge o conhecimento histórico de extensão de beneficio sociais para todos, do principio igualitário dos direitos para se promover a ordem na cidade. Onde se estabelece o contraste para dizer que a cidade está em igualdade ou desigualdade. Platão admite valores absolutos (para todos) e valores restritivos para relação entre desiguais socialmente (essenciais para ver diferenças na nossa pós-modernidade entre profissões).

Platão não admite como válida as diferenças maiores que importarão muito para a elaboração posterior da problemática dos direitos do homem, ou seja, de se levantar para si a diferença como substancial da relação de perda de direitos de um desigual.

Platão também admite a existência de um Magistrado-filósofo que responde pela organização do Todo para a perda ou não da noção na cidade do contraste que cunha o termo igualdade que surge de uma elaboração da decisão política. Isto ajudou a cunhar o termo PLURALISMO que dá base para no pós-modernismo a cunhar a identidade dos direitos do homem capaz de contornar a subjetividade na geração de uma estrutura de decisão como resposta a um regime de urgência que é o artefato jurídico o elemento racional daquela época, e hoje o Fato que embasa os motivos para implicar-se em Conflito para pacificação de um tema.

Portanto se gera uma alienação, ou seja um padrão restrito de ideias que trazem elementos holísticos e elementos da hermenêutica que carece de interpretação, para que deste sentido emerja novas relações de pensamento relativas as próprias evidências, como uma maneira segura de interpretação. Onde é sensato ancorar nossos objetivos, nosso presente e os problemas que se despertaram.

Platão e Aristóteles através de Hegel deixa as condições para se desfazer o padrão de cidade, em que a vantagem associativa se extingue e o homem necessita se desassociar para que o objetivo holístico não de desintegre e nem toda a civilização pela ruína dos pressupostos racionais de suas épocas.

Do estoicismo se cunha o termo Universalista numa visão de extensão unitária de direitos. O cidadão centrado no âmbito do planeta. Ora centrado em visões em âmbitos maiores relativo ao universo.

Se pretende que a lei positiva não se instale a confusão, esse artefato de algo que retira a paz da tranquilidade cerebral onde o fato é a jurisdição que interessa para alguém sinalizar que está sob conflito. Decisão esta vinda do estoicismo.

Logo surge a necessidade de purificação, no sentido de não instalação de Conflito que iniba a adaptação. Onde se passa a exigir transparência para que a razão prevaleça como elemento fundamental para uma estrutura de decisão jurídica.

Em Sócrates e Platão a maioria dos votos simbolizava a escolha da melhor decisão, como também o alargamento de um poder não lhe garante maior racionalidade. A relação genética de direitos do homem surge com Ulpiano como portadores do logos da razão segundo os caracteres de família que carregavam.  

 Capítulo 5 %u2013 O Âmbito Filosófico do tema do Cristianismo à Crise dos Fundamentos  

Logo se chegou a conclusão que no Estoicismo, a universalidade não era suficiente para pacificar as relações de conflito, onde os indivíduos transitavam e flutuavam entre um exagero de imanência e um exagero e eminência, entre política e a moral, no que o Poder determinava (Príncipe) e no que era desejo do povo de seguir.

O Cristianismo assim demarcou uma nova etapa histórica da constituição do corpos teórico dos direitos do homem. Onde aflora o conceito de unidade (Deus) para estabelecer como regra máxima que integra o estoicismo, ou seja, integra a universalidade. Onde era preciso que todos cooperarem para a harmonia e a sobrevivência de todos, sob um princípio de união em que essa unidade pretendia fortalecer os laços entre os cidadãos.

Surge assim uma segunda instituição --- A Igreja --- que tem como objetivo retirar a métrica da corrupção dos homens, para que o Direito do Homem aflore, que seja tornar seu espaço interno um celeiro coordenado pela necessidade de transitar ações por intermédio do benefício. Onde essa instituição chamada --- Igreja ---  tem como finalidade produzir efeitos cognitivos que estabeleçam as regras entre Bem e Mal (Benefício e Malefício) em que as pessoas são convidadas a se estabelecerem para que o sentido de desenvolvimento seja seguido conforme a vontade do ser humano, que a ativação lógica de uma moral ou morais que se interceptam, possam se encaminhar integradas em harmonia e equilíbrio para a eternidade. Surge assim um desejo simbólico da espécie humana se desenvolver em torno de uma Ética em que o Poder do Príncipe se estabelece em harmonia com o poder do povo em que as relações se consolidam em identidade harmônica até que o homem consiga vencer seu maior pesadelo: A MORTE. A Instituição que contribui para que o homem não flutue sua decisão e estatize em prol do benefício --- A Igreja --- se estabeleceu em uma visão que admite que o homem possa cometer falhas (transgressões e pecados) como parte de um fundamento que se pode corrigir a instrução que falhou juridicamente o laço de harmonia e desenvolvimento do estoicismo, que se fundamenta na universalidade, que se torna esse fator limite de que todos se conduzam para uma integração de característica unitária em torno da união.

Cria-se uma carta de instruções --- A Bíblia --- a fim de que o homem siga o caminho do benefício. Se estatiza como regra a preservação e a conservação da vida em sentido universalista para todos e passa a punir todos que hajam em conspiração contra a vida. Num sentido de repreensão e convite para o retorno da harmonia do istoicismo (Universalização).

Se admitia naquela época como válido as legislações positivas com base da vontade, dos costumes, das tradições, que se fundiu com as relações éticas que a Instituição --- Igreja --- colaborou para padronizar a parte interna dos indivíduos.

Se institucionaliza o Ato de fé, dotado da crença da recompensa para todos que praticam o Benefício. Na forma de abertura de conhecimentos, milagres e dons que se acrescentam a pessoa humana que emana no seu vínculo racional elementos que melhorem a harmonia e a preservação e conservação dos corpos (Direito de receber Graças).

Logo, a Unidade no sentido de fixação do Benefício liberta o indivíduo para sua conexão universal a fim de valer sobre si mesmo os dons universais que uma alma pacificada e integrada no ambiente possa gerar de partilha e compartilhamento do ambiente com os corpos.

Há todo momento essa Instituição chamada --- Igreja --- se estabelece por meio da autonomia da razão, no sentido que a pessoa tem o seu livre arbítrio para se organizar internamente. Em que esta pode transitar em diferentes sistemas de pensamento para ter a sua autonomia da razão subordinada as leis universais. Onde a consciência ganha proteção contra a sua inviolabilidade externa de algum outro elemento que possa intervir em seu funcionamento (Memória: Jesus ensinava que era necessário afastar a possessão dos corpos).

Surgiu nessa época noções do Direito do Homem a questão da tolerância religiosa e da liberdade de consciência onde era necessário instituir como profano aquilo que feria a liberdade de consciência, ou seja, aquilo que retira o direito à vida da pessoa humana, ou que se estabelecia em uma razão que diminuía a sua expectativa de vida.

A estatização do Benefício era a regra racional em seu estágio de formação que gerava garantias para a não-perda das liberdades relativas a consciência humana. E hoje, se percebe como a Instituição --- A Igreja --- que se consolida em gerar unidade na relação de formação jurídica da Ética do Estado Laico. Que se repartiu em termos de funções na pós-modernidade.

Assim se fundamenta uma lei natural, a razão que se conduz a fé, o livre-arbítrio na base da expressão, e, a graça como primado do império, ou seja, como elementos estruturadores de entendimento que permitiam ao homem se conectar em unidade no Universo. Onde o Príncipe (que é um conceito meramente simbólico de mando) lhe é permitido corresponder em igualdade interior em relação de benefícios com as relações que se formam com a população. Não foi uma tentativa de perda de atribuições e direitos, mas uma forma de preservar a vida de todos. Naquela época a formação desse pensamento se fundamentava em três elementos: o que era revelado pela razão, a igualdade dos homens, a exigência de justiça, a luta contra a tirania aptos para limitar os poderes do Príncipe (conceito figurado para quem se dotasse de poder de mando).

Logo Guy Haarscher descreveu uma relação de pressupostos em que a pessoa humana empoderada figurativamente e internamente como Príncipe em sua sociedade estaria subjetivamente vinculada como estrutura racional na pratica de ações contrárias a manifestação da vida. Que foi a base para a construção de um Direito sem vínculos diretos com a Ética da --- Igreja ---.    

Capítulo 6 %u2013 O Âmbito Filosófico do Tema Pensar os Direitos do Homem  

Assim se criou as noções fundamentais de individualismo, de universalismo, de estado de natureza, de direito natural, de contrato social e de racionalismo. Onde se instituiu os direitos do homem (homem percebido como todos da espécie humana) duas finalidades fundamentais: regulamentação do arbítrio do poder ----- controle, instrução e julgamento --- e estatização de valores e princípios entre gerações. Para fazer o alinhamento da espécie humana em direitos do homem internamente e na via de expressão.

A herança dos direitos do homem na tradição filosófica parte de políticas importantes para a formação da doutrina jurídica resgatando os fundamentos do direitos do homem formatando o modelo contratualista pela manifestação prospecta de pensamentos humanos céticos, positivistas e subjetivistas, romântico e hegeliano-marxista.

Logo, se solidificou a dignidade da pessoa, a proteção do indivíudo. As condições do seu desabrochamento, e as exigências categóricas de desenvolvimento da espécie.

A Razão do Príncipe tornou o critério racional como uma característica de império que deveria ser descontinuada e ter um controle mais forte e operante dos Estados, em que se fundamentava cada vez mais uma tendência de funcionamento de um Estado Laico.

Surgiu uma tendência institucional de dotar o homem de responsabilidades em conexão com o seu agir em sociedade.

Procurou limitar o viés que conduzia a tirania que era percebido em todas as instituições e poderes do planeta.

Procurou criar um direitos humanos livre de fatores irracionais, e continuou a base do Benefício como regra para estatizar a relação contratual entre pessoas.

Enfim, se depurou uma noção mais acentuada de individualismo ético com primazia retomada de direitos pelos direitos do homem. E por vezes se configurou de forma preventiva.

Gerou uma codificação jurídica de universalidade através da verificação de fatos dotados ou não de veracidade.

O individualismo permaneceu seguindo a lógica da imanentização da lei natural. Onde o sentido de respeito foi cada vez mais ampliado.

O Direitos Humanos logo se desenvolveu na necessidade de controle dos atos de exorbitação do poder, que inibisse a corrupção e os fatores contrários a manutenção e preservação da vida humana.

Conclusão

Os Direitos do Homem surgiu de uma necessidade do ordenamento de organização do espaço de convivência em sociedade. Desde Aristóteles e Platão os desdobramentos que se seguiram parte de uma justaposição em que traços subjetivos das construções da arte de como a função de administração do habitat permite a todos deixar as instruções expressas no ambiente.

O homem de mais de 2000 anos atrás já era detentor de um conhecimento muito similar a pós-modernidade, mas o conhecimento estava restrito ao desenvolvimento interno dos corpos.

Com os desbobramentos sucessivos do direito do homem, os doutrinadores se sentiram cada vez mais seguros na exposição dos fundamentos e dos elementos internos que absorvam em função de suas práticas administrativas de organização do espaço.

Os fundamentos do direitos humanos foram sendo despertados à medida que a lógica da harmonia e da preservação da vida foi sendo observada no habitat, dotou os doutrinadores de segurança para migrarem o seu conhecimento interno, para a conexão externa, onde se situa o registro das coisas.

Muito se avançou porque o homem deixou de matar em demasia, e as pessoas se sentiram seguras para que seu conhecimento permanecesse expresso e em harmonia no habitat.

Logo a lógica racional foi importante de ser lançada como estrutura codificante uniformizador.

A Universalização como uma estratégia de garantias fundamentais de existência que tornava necessário princípios unitários em que todos se percebessem holisticamente integrados.

E a percepção de um critério decisivo em que a percepção de ausência de benefícios pudesse mover a ação humana no sentido de corrigir as faltas que não eram coerentes com o sentido de unidade administrativa da espécie humana.

Logo, as liberdades avançaram quando era seguro se manifestar, e se lançou estratégias igualitárias em que pudesse reduzir o descontentamento humano frente a necessidade de ter em sociedade diferenças para se cunhar conceitos para o desenvolvimento cognitivo humano.

As economias se organizam em termos associativos, e da necessidade de organizar a razão social fez-se necessário desdobrar em fases os direitos humanos a fim de englobar cada vez mais elementos que pudessem construir e solidificar sua história.

Se acrescentou em seguida elementos intangíveis de dimensão planetária, como paz, meio ambiente e outros tipos de direitos difusos pertencentes a todos sem critério de propriedade exclusiva. Se fortaleceu o entendimento de unidade em que as Organizações nas Nações Unidas se apresenta como a Instituição que é mantenedora e guardiã dos preceitos de preservação e manutenção institucionalizada no direito público no planeta Terra. Em alianças com as parcerias desta evolução do ramo institucional do Direito.  

Referências:

CRUZEIRO, M. D. LenderBook Company. Local: <http://www.lenderbook.com> Acesso em: 20 de Novembro de 2019. Mais de 3.000 artigos literários.

HAARSCHER, Guy. A FILOSOFIA DOS DIREITOS DO HOMEM. Instituto Piaget. Ano 1997.

Fraternalmente,

Max Diniz Cruzeiro

LenderBook Company


[TEXTO] 11/08/2025 19:30:16

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